07 janeiro 2016

[Inglaterra/França 2015] 3º dia: Londres (British Museum, Trafalgar Square e Covent Garden)

Londres é uma cidade cheia de museus, sendo muitos gratuitos. Então, no relato de hoje vou apresentar nossa visita a mais um museu de Londres, o British Museum (ou Museu Britânico). Depois de passar algumas horas no British Museum, fizemos um passeio a pé (walking tour) pelo bairro Covent Garden e arredores. Não deixe de conferir ao final desta postagem o mapa com os lugares visitados e o trajeto percorrido a pé.

A principal dica que deixo neste relato é conhecer o Covent Garden Market, um local bem descontraído, com vários restaurantes, lanchonetes e outras lojas bacanas, incluindo a famosa lanchonete novaiorquina Shake Shack.

A seguir, o roteiro para o dia de hoje, o relato detalhado e, ao final, a estimativa de gastos comparada com os gastos efetivos.

ROTEIRO ORIGINAL (Terça-Feira – 22/09/2015):

British Museum
Neal's Yard
Trafalgar Square
    St. Martin-in-the-Fields Church
    National Gallery
    Admiralty Arch
Somerset House
Covent Garden

RELATO DO DIA:

O dia começou com muita chuva. Ainda bem que planejei de visitar o British Museum. Do hotel ao museu dá uns 15 minutos de caminhada, então fomos andando mesmo. Chegamos ao museu às 10:00, que é o horário de abertura. Este é mais um museu gratuito em Londres. Que coisa maravilhosa! Acesso a conhecimento e cultura de graça!

O British Museum foi fundado em 1753 e aberto ao público em 1759, sendo o primeiro museu público nacional do mundo, e desde o início com entrada gratuita.

Caminhando pela chuvosa Londres.

Fachada do British Museum.

Saguão principal do museu.

Entrada do museu e seu saguão principal.


Acho esse museu incrível, sendo um dos meus favoritos. Adoro as galerias do Egito, Grécia e Roma, com suas esculturas sensacionais. Em uma das galerias dedicadas ao Egito está um dos artigos mais visitados do museu, a Pedra de Roseta (The Rosetta Stone). As gravações feitas neste fragmento foram fundamentais para a compreensão moderna dos hieróglifos egípcios. A Pedra de Roseta está em exposição no British Museum desde 1802.

As múmias de uma das galerias dedicadas ao Egito.

Antiga máquina registradora, na galeria sobre a evolução do dinheiro.

A Pedra de Roseta (The Rosetta Stone), fundamental na compreensão dos hieróglifos egípcios.

Monumento em uma das galerias dedicadas à Grécia Antiga.

Escultura proveniente da Ilha da Páscoa (Polinésia), na galeria Living and Dying.


Aproveitamos para fazer um almoço simples no museu. Dividimos um sanduíche quente, que estava uma delícia, batata chips (tenho que parar com este vício!), um suco e um brownie. A conta totalizou em $12,86 libras.

Saímos do museu por volta das 14:00. Infelizmente, ainda estava chovendo, só que agora mais leve. Daqui seguimos rumo a Trafalgar Square, porém, no meio do caminho demos uma passadinha no Neal's Yard, uma pequena alameda com prédios coloridos no bairro Covent Garden. Vi várias fotos no Instagram e fiquei interessada em conhecer.

Neal's Yard, pequena alameda no bairro de Covent Garden.

Os pubs de Londres são tão charmosos!

Há uma Pret a Manger a quase cada esquina de Londres! E uma cabine telefônica também!


No caminho para a Trafalgar Square passamos pela St. Martin-in-the-Fields Church, igreja anglicana construída no período de 1722–1726.

Por sua vez, a Trafalgar Square é uma importante praça no centro de Londres, construída em homenagem à Batalha de Trafalgar, ocorrida em 1805, quando a Marinha Real Britânica evitou a tentativa franco-espanhola de invadir o Reino Unido.

Nesta praça ocorrem muitos eventos culturais e outras atividades. Inclusive, costuma ser o local preferido dos londrinos para fazer suas manifestações.

Igreja St. Martin-in-the-Fields, perto da Trafalgar Square.

Trafalgar Square.

Trafalgar Square, onde podemos ver um pedacinho do Big Ben ao fundo.


Na Trafalgar Square está a National Gallery, museu de arte fundado em 1824. A entrada é gratuita. Estou adorando isso em Londres! Resolvemos entrar, mas fizemos uma visita super rápida. Pena que não é permitido tirar fotos em seu interior.

Fachada da National Gallery, museu de arte na Trafalgar Square.

Uma das fontes da Trafalgar Square, com a torre da Igreja St. Martin-in-the-Fields ao fundo.


Pertinho da Trafalgar Square está o Admiralty Arch, um edifício que incorpora arcos para a passagem de veículos e pedestres conectando a Trafalgar Square com a longa rua em linha reta chamada The Mall e que leva ao Palácio de Buckingham.

Este edifício foi construído em 1912 de ordem do Rei Eduardo VII do Reino Unido, em memória de sua mãe Rainha Vitória.

Admiralty Arch, pertinho da Trafalgar Square.


Daqui, continuamos nosso passeio rumo a Somerset House. Pelo meio do caminho, resolvemos passar numa Pret a Manger para comprar um lanchinho, escolhemos duas quiches de tomate seco e manjericão, totalizando em $5,00 libras.

A Somerset House é um edifício datado de 1776 e atualmente hospeda um centro cultural com vários eventos ao longo do ano. No inverno, é montado um ringue de patinação no seu pátio frontal.

Não chegamos a entrar, ficamos somente na área externa apreciando a bela arquitetura.

Fachada do centro cultural Somerset House.

Modelo mais antigo dos clássicos ônibus de dois andares que circulam por Londres.


Deixamos a Somerset House agora rumo ao Covent Garden Market. Pelo caminho, passamos pelo Lyceum Theatre, belo teatro inaugurado em 1834, onde o musical The Lion King (O Rei Leão) está em cartaz desde 1999. Para quem ainda não assistiu a esse musical, recomendo fortemente. É lindíssimo!

Na mesma rua do Lyceum Theatre está o Royal Opera House, que, tal como o nome indica, é uma casa de ópera.

Lyceum Theatre, palco do musical The Lion King (O Rei Leão) desde 1999.

Royal Opera House.

Estátua de uma bailarina quase em frente da Royal Opera House.

Quem resiste a uma foto junto com um dos símbolos de Londres?


Observação: As cabines telefônicas vermelhas são um símbolo incontestável de Londres. Mesmo que atualmente elas tenham caído em total desuso, continuam espalhadas pela cidade dando uma cor e um charme todo especial a Londres. Porém, não se iluda! Algumas dão nojinho de chegar perto! Infelizmente, o vandalismo atinge mesmo as cidades ricas de primeiro mundo. É possível ver lixo dentro de algumas cabines, vidro quebrado, pichação, adesivos oferecendo serviços de mulheres, entre outras coisas. Enfim, falta um pouco mais de respeito a este símbolo local.

Chegamos ao Covent Garden Market um pouco depois das 16:00. Já não mais chovia e o sol até estava querendo dar o ar de sua graça! O local é bem bacana e descontraído, com alguns artistas de rua se apresentando na área externa do mercado.

Durante a nossa visita, o interior do mercado estava decorado com 100 mil balões brancos, sendo esta uma obra do artista francês Charles Pétillon. Alguns dos balões já estavam murchos, mas visualmente continuava lindo.

Uma das entradas para o Covent Garden Market.

Área externa do mercado.

Pequena igreja em frente ao mercado, com um artista se apresentando.

Interior do mercado decorado com 100 mil balões brancos, sendo esta uma obra do artista francês Charles Pétillon.


O prédio do Covent Garden Market é datado de 1830. Há vários restaurantes, lanchonetes e outras lojas bacanas, mas resolvemos fazer nosso lanchinho na famosa franquia novaiorquina Shake Shack. Finalmente! Não chega a ser um sonho realizado, mas devido à sua popularidade, confesso que já faz algum tempo que ando querendo experimentar seu hambúrguer e a tão elogiada batata frita. Em 2013, em Nova York, desistimos por conta da fila enorme. Em 2014, em Winter Park (Florida), tínhamos acabado de almoçar, então nem pensar em hambúrguer!

Pedimos dois ShackBurgers (hambúrguer mais simples do cardápio), compartilhamos uma batata frita e um refrigerante. Abaixo, a quantia que pagamos com o valor de cada item (em libras):

- ShackBurger: 2 x 5,25 = 10,50
- Batata frita simples: 2,95
- Refrigerante: 2,75
TOTAL: $16,20

A batata frita realmente é uma delícia, crocante e sequinha. O hambúrguer também é gostoso, mas como não sou uma grande entusiasta de hambúrgueres, acho que essa experiência já matou a minha curiosidade com relação ao Shake Shack!

Shake Shack, famosa rede de lanchonetes originada em Nova York.

Nosso lanchinho! Hummmm...


Demos uma volta ao redor do mercado, o dia já estava lindo com um céu bem azul. Acabamos encontrando o London Transport Musuem, museu dedicado à história do transporte em Londres. Não visitamos o museu, este não é gratuito! Mas caso role a curiosidade de saber como é, veja a postagem feita pelo Arnóbio do blog Meus Planos de Viagem que visitou o museu e deixou tudo registrado com várias fotos.

Fachada do London Transport Museum.


Por volta das 17:00 resolvemos voltar ao hotel, pois estávamos exaustos. Porém, antes, passei rapidinho na The Pie Shop para levar uma tortinha para comer mais tarde. Escolhi uma de frango com cogumelos, que custa $4,50 libras. Esta foi uma dica que peguei do Arnóbio no blog Meus Planos de Viagem.

Informação Importante: Existe uma estação de metrô bem próxima ao mercado chamada Covent Garden, mas não é permitida a entrada nesta estação, apenas a saída. Sendo assim, para pegar o metrô nessa região deve ser pela estação Leicester Square.

Fomos para a estação Leicester Square, pegamos a linha Piccadilly e descemos na estação Russel Square, que é a mais próxima do nosso hotel. Aproveitamos para passar no supermercado Tesco para comprar alguns suprimentos, totalizando em $12,37 libras. Ainda compramos uma sopa na Pret a Manger ($3,25 libras) para melhorar a nossa janta!

Belo fim de dia visto da janela do nosso quarto.


Dica: Sempre compre garrafas de água em supermercados para estocar no quarto. Antes de sair do hotel, encha uma garrafa de água, e, sempre que possível, vá repondo ao longo do dia (museus costumam ter bebedouros). É claro que, em alguns momentos, será inevitável comprar água em algum lugar. Porém, com esta dica, é possível economizar um pouco, pois uma garrafa de água comprada em pontos turísticos costuma ser bem mais cara do que a comprada em um supermercado.

Abaixo, o mapa dos lugares visitados e do trajeto percorrido (quase 5km):




GASTOS DIÁRIOS (em Libras, para o casal):

ESTIMATIVA DE GASTOS GASTOS EFETIVOS ECONOMIA
Alimentação: 70,00 Alimentação: 41,81 28,19
70,00 41,81 28,19
SALDO ANTERIOR PARA SUPRIMENTOS GASTOS EFETIVOS SALDO
57,61 12,37 45,24
57,61 12,37 45,24
Saldo Anterior: 484,88 / Saldo Atual: 430,70 / Economia Geral: 105,46

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