24 fevereiro 2016

[Inglaterra/França 2015] 9º dia: Vale do Loire (Castelos de Chambord, Cheverny e Amboise)

Primeiro dia de visitação dos castelos do Vale do Loire. Para hoje, escolhi visitar os seguintes: Château de Chambord, Château de Cheverny e Château d'Amboise.

Se você estiver de carro visitando a região, não deixe de configurar o GPS para evitar rodovias pedagiadas, que são as de fluxo mais rápido. As estradas menores que ligam uma cidade à outra são super charmosas e com vistas mais atrativas que grandes rodovias.

Outra dica que deixo no relato é sobre alugar uma bicicleta no Château de Chambord e dar uma volta pelos arredores do castelo. Passeio super bacana!

A seguir, o roteiro para o dia de hoje, o relato detalhado e, ao final, a estimativa de gastos comparada com os gastos efetivos.

ROTEIRO ORIGINAL (Segunda-Feira – 28/09/2015):

Château de Chambord
Château de Cheverny
Château d'Amboise

RELATO DO DIA:

O primeiro castelo do Vale do Loire que iremos visitar é o Château de Chambord, que abre cedo, às 9:00. Então, para aproveitar bem o dia, acordamos cedinho e tomamos café da manhã no próprio hotel, que não está incluído na diária e custa $9,90 euros por pessoa. Confesso que fiquei bem impressionada com a quantidade de opções, bem diferente do que costumamos encontrar na rede Ibis pelo Brasil. O melhor é que havia vários itens tipicamente franceses, como queijos da região, croissants, madeleines (parecem bolinhos), entre outras coisas. Saímos bem satisfeitos!

Às 8:30 conseguimos sair do hotel rumo ao Château de Chambord, que fica à uma distância de, aproximadamente, 50km (uns 50 minutos de carro), pela rodovia D952 (não pedagiada). O percurso é lindo, sendo grande parte feita às margens do rio Loire, passando pela cidade de Blois.

Como era o marido quem estava dirigindo, eu podia apreciar muito mais a paisagem. Fiquei tão deslumbrada que queria tirar foto de tudo! Sem falar que o dia amanheceu ensolarado e com um céu azul lindo e sem nuvens. Perfeito!

Dirigindo às margens do rio Loire, rumo ao Château de Chambord.

Passando pela cidade de Blois, que parece ser uma gracinha.


Chegamos ao castelo às 9:40. O estacionamento é pago e custa $4,00 euros. Porém, primeiro retiramos o ticket, que deve ser pago apenas na saída.

O Château de Chambord começou a ser construído em 1519, sob a ordem do Rei Francisco I da França. E, na época, não havia intenção de transformar o castelo em residência permanente, sendo utilizado por apenas algumas semanas pelo Rei, que gostava de manter o castelo livre de mobília e pessoas depois das suas visitas. O Rei Francisco I faleceu em 1547 e a construção do castelo ainda não havia sido completamente finalizada, sendo continuada no reinado de Henrique II. Porém, o Rei Henrique II faleceu em 1559, fazendo com que as obras fossem mais uma vez interrompidas. Apenas no reinado de Luís XIV, a construção foi finalmente concluída e vários reparos foram feitos depois de anos de decadência. O Rei Luís XIV mobiliou os apartamentos reais e acrescentou um estábulo para 300 cavalos, permitindo o uso do castelo como pavilhão de caça e local de recreio. Apesar de tudo, o Rei Luis XIV abandonou o Château de Chambord em 1685.

No século 18, o castelo serviu de residência para vários membros da nobreza. Entretanto, com a Revolução Francesa, no período de 1789 a 1799, o castelo teve sua mobília vendida, assim como os painéis das paredes e os assoalhos. A construção em si escapou da destruição, permanecendo o castelo abandonado por um longo período, até que Napoleão Bonaparte o presenteou ao Marechal Berthier em 1809 em agradecimento aos seus serviços prestados.

Em 1930, o castelo se tornou propriedade do governo da França. Porém, os trabalhos de restauração somente puderam ser iniciados em 1945, após a Segunda Guerra Mundial. Atualmente, o Château de Chambord é o maior castelo do Vale do Loire e um dos mais visitados também. Sua arquitetura impressiona, possuindo uma certa simetria que deixa a sua fachada ainda mais bonita.

Primeira visão do Château de Chambord.

Fachada principal e entrada do Château de Chambord.


Chegamos ao centro de visitantes do castelo, onde compramos nossos ingressos, que custam $11,00 euros cada. É possível também alugar, por $5,00 euros, aparelhos de audio tour, mas optamos por não utilizá-los. Antes de iniciar a visitação, compramos uma garrafa de água no valor de $2,00 euros.

O interior do castelo é enorme, com uma escadaria central bem imponente. Há muitas salas espalhadas, fazendo com que tudo pareça um grande labirinto! Percebemos também que grande parte do castelo estava sem mobília. Como achamos a visitação um pouco confusa e sem direcionamentos, logo subimos ao terraço para apreciar a vista da propriedade, constituída de um parque arborizado de 52,5 km².

Interior do castelo. Havia poucos espaços mobiliados.

Vista para o rio Le Cosson, um dos afluentes do rio Loire.


Fizemos uma visita rápida por dentro do castelo (em torno de uma hora) e depois fomos passear pela área externa. Vimos muitas pessoas passeando de bicicleta e acabamos descobrindo o local de locação. Sou bem desajeitada andando de bicicleta, mas o marido me convenceu que seria uma ótima forma de visitar os arredores do castelo e ter lindas vistas. O aluguel de uma bicicleta custa $6,00 euros por pessoa e o marido precisou deixar seu documento de identidade como garantia. Há um trajeto de 4,2km para andar de bicicleta e que dá a volta pelo Château de Chambord margeando o rio Le Cosson.

Outra perspectiva do Château de Chambord.

Parte traseira do Château de Chambord.

No Château de Chambord, é possível alugar uma bicicleta e dar uma volta pelos arredores do castelo.

Rio Le Cosson com o Château de Chambord ao fundo.


Terminamos o passeio às 12:15, devolvemos as bicicletas e o marido pegou seu documento de volta. Foi ótimo! Recomendo demais fazer este passeio. A vista é linda e o local é muito agradável.

Como o Château de Chambord possui uma pequena vila com alguns restaurantes, resolvemos almoçar por aqui antes de ir embora. Escolhemos o restaurante do hotel Grand St Michel. O local estava bem tranquilo, porém o atendimento estava super, hiper, mega lento! Gastamos quase 1:30h no almoço. Mas tudo bem! A comida estava uma delícia.

Resolvemos dividir um "Menu Bistrot", que é composto por um prato principal e uma sobremesa. Pedimos um filé mignon com purê de batatas, que estava muito saboroso. Contudo, para os gulosos, não recomendo dividir um prato. O marido e eu comemos pouco, e como ainda teve a sobremesa, saímos satisfeitos com a quantidade de comida.

Fachada do restaurante do hotel Grand St Michel, onde almoçamos no Château de Chambord.

Quem optar em sentar na área externa do restaurante, esta é a vista!

Dividimos um "Menu Bistrot", composto de prato principal e sobremesa.


A conta totalizou em $41,50 euros. Abaixo, a descrição da conta com o valor de cada item (em euros):

- Menu Bistrot com filé mignon: 30,00
- Taça de vinho: 3,50
- Refrigerante: 2 x 4,00 = 8,00
TOTAL: $41,50

Como o serviço não estava incluído, resolvemos deixar uma gorjeta de $5,00 euros (apesar da lentidão, nossa atendente era bem simpática), totalizando em um gasto de $46,50 euros.

Saímos do restaurante e fomos pagar o ticket de estacionamento, que custou $4,00 euros. Aproveitamos que havia uma máquina automática que vendia água e compramos uma garrafa a $1,20 euros. Perceba que a garrafa de água que compramos dentro do castelo custou $2,00 euros...

Deixamos a propriedade do Château de Chambord às 14:00 e seguimos para o Château de Cheverny, que fica a uma distância de 18km, algo em torno de 20 minutos de carro.

Rumo ao próximo castelo: Château de Cheverny.


Chegamos ao Château de Cheverny por volta das 14:30. Aqui o estacionamento é gratuito. Seguimos para o centro de visitantes, onde compramos os nossos ingressos a $10,00 euros cada.

Apesar de ser bem menor que o Château de Chambord, o Château de Cheverny é lindo e gracioso. Sua construção iniciou-se como uma fortaleza primitiva edificada em 1500. Porém, desta construção inicial só restaram alguns vestígios. Entre 1624 e 1640, o Conde Henri Hurault e sua esposa mandaram construir um novo castelo. Infelizmente, nenhum dos dois viveria o suficiente para ver a construção totalmente concluída. A propriedade pertence há mais de seis séculos à esta mesma família. No entanto, por duas vezes, Cheverny escapou das mãos da família Hurault. A primeira vez, no século XVI, quando Diane de Poitiers o adquiriu para supervisionar as obras em Chaumont sur Loire, depois de ter sido afastada de Chenonceau por Catarina de Médicis. E a segunda vez, no século XVIII, quando os herdeiros da família Hurault se desinteressaram da herança. Cheverny então passou por vários proprietários, até que Anne-Victor Hurault comprou novamente o castelo em 1825.

O Château de Cheverny é atualmente habitado pelos descendentes da família Hurault, o Marquês e a Marquesa de Vibraye, cujos apartamentos estão localizados na ala direita do castelo. Ademais, Cheverny foi uma das primeiras residências privadas abertas ao público, em 1922.

Assim que entramos no castelo, recebemos um livreto, em português, com um guia de visitação, explicando a história de cada sala do castelo e algumas curiosidades. Bem mais organizado que o Château de Chambord. Gostei!

Fachada principal e entrada do Château de Cheverny. Uma graça!

Esta é a sala de jantar, com o seu belo lustre holandês de mais de 100kg e datado do século XVIII.


Como o castelo é pequeno, fizemos a visitação em menos de 30 minutos. Saímos pela porta traseira do castelo e fomos dar uma voltinha no belo jardim da propriedade, chamado de Jardim dos Aprendizes (Jardin des Apprentis).

Fachada traseira do Château de Cheverny.

Belo "Jardim dos Aprendizes".

Ao fundo, o Café de L'Orangerie.

Bela vista do jardim com o Château de Cheverny ao fundo.

Nesta foto, temos noção do tamanho do castelo.


Apesar do tamanho do castelo, sua propriedade é bem grande, incluindo um parque de 100 hectares e um canil que abriga 100 cães de caça que também pode ser visitado.

Além disso, o Château de Cheverny serviu de modelo para criar o Château de Moulinsart, propriedade do Capitão Haddock, da série "As Aventuras de Tintim". Essa série inclusive resultou em um filme de animação dirigido por Steven Spielberg e lançado em 2011. No Château de Cheverny existe uma exibição permanente sobre a série, mas que não chegamos a visitar.

Uma moldura que enquadra o castelo, ótimo para fotos! 

Esse é o resultado!


Ao todo, levamos uma hora para visitar o castelo e seu jardim. Deixamos o local às 15:30 e voltamos a Amboise, que fica a uns 43km de distância, em torno de 45 minutos de carro. Queremos ainda hoje visitar o Château d'Amboise antes de voltar ao hotel.

Durante o percurso, o GPS acabou nos levando para a rodovia A10, que é pedagiada. Esquecemos que geralmente os aparelhos são configurados para escolher sempre o caminho mais rápido. Resultado: fomos pegos desprevenidos e acabamos escolhendo a cabine errada do pedágio, uma específica para os portadores de passes especiais. O marido apertou o botão da máquina para retirar o ticket, mas nada de ticket! O motorista de trás começou a ficar estressado, buzinando e gritando conosco porque estávamos demorando. O marido apertou o botão de novo e finalmente saiu um ticket! Ficamos bem nervosos, principalmente pela impaciência do motorista de trás...

Dica: Enquanto estiver passeando pelo Vale do Loire de carro, recomendo configurar o GPS para não pegar rodovias pedagiadas, que são as de fluxo mais rápido. As estradas menores que ligam uma cidade à outra são super charmosas e com vistas mais atrativas que grandes rodovias.

Depois de um pouco mais de uma hora, pegamos a saída para Amboise. Neste momento, nos deparamos com as cabines de pedágio para efetuar o pagamento. Só havia três cabines, todas automáticas, ou seja, sem atendentes, sendo que duas pareciam ser especiais (para portadores de passes). Escolhemos então na cabine do meio. O marido inseriu o ticket na máquina e no visor apareceu o valor do pedágio: $2,70 euros. Este valor não foi planejado, uma vez que esperávamos visitar o Vale do Loire passando por estradas menores para evitar os pedágios. Enfim, aprendemos a lição e assim que chegarmos ao hotel vamos configurar o GPS para evitar rodovias pedagiadas enquanto estivermos visitando a região. O marido colocou o dinheiro certinho na máquina e nossa passagem foi liberada.

Finalmente chegamos ao centro de Amboise e, diferente do dia anterior, um domingo, não conseguimos encontrar uma vaga no estacionamento gratuito da rua Quai Charles Guinot. Tivemos que estacionar em um local pago, tipo parquímetro, na Place Michel Debré. Colocamos $2,00 euros na máquina automática e um ticket de estacionamento foi emitido, o qual tivemos que colocar sobre o painel do carro para comprovar o pagamento.

Já eram quase 17:00 quando finalmente conseguimos chegar ao centro de visitantes do Château d'Amboise, onde compramos os nossos ingressos a $10,90 euros cada. Ainda bem que nesta época do ano o castelo fecha às 18:00, nos dando uma horinha para fazer a visitação.

Tal como aconteceu no Château de Cheverny, assim que entramos no castelo, recebemos um livreto, em português, com um guia de visitação, explicando a história do castelo, de suas salas internas e da área externa.

Chegando ao Château d'Amboise.


O Château d'Amboise foi construído inicialmente para servir de fortaleza com vista estratégica para o rio Loire, estando localizado à uma elevação de 81 metros. Em 1434, o castelo foi confiscado pelo Rei Carlos VII da França, depois que seu proprietário, Louis d'Amboise, ter sido acusado de conspiração e condenado à morte em 1431. Desde então, o castelo se tornou um dos favoritos da monarquia francesa.

A partir de 1492, grandes obras e reformas foram conduzidas por Carlos VIII da França, que faleceu em 1498, sem ver a conclusão das obras do castelo. Seu sucessor, Luís XII, deu continuidade às obras e, com a coroação do Rei Francisco I, o Château d'Amboise chegou ao seu ápice, tendo sido o artista Leonardo da Vinci convidado para morar e trabalhar no castelo em dezembro de 1515.

No século XVII, o Château d'Amboise passou por um período de decadência, sendo transformado até em prisão. Durante a Revolução Francesa, no período de 1789 a 1799, grande parte do castelo foi demolida, sendo novamente restaurado no reinado de Luís Filipe e posteriormente por seus herdeiros.

O castelo está aberto ao público desde o século XIX e sua manutenção tem sido feita pela Fundação Saint-Louis.

A "Sala do Conselho" do Château d'Amboise.

Bela vista para o rio Loire e a Pont du Maréchal Leclerc.

Vista do rio Loire a partir do terraço do Château d'Amboise.


A visitação pelo interior do castelo é relativamente rápida. Então, seguimos para a área externa, que possui jardins lindíssimos e algumas referências ao grande artista (cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico!) Leonardo da Vinci, que morou e trabalhou no Château d'Amboise em seus últimos anos de vida.

Vista do Château d'Amboise a partir de seus belos jardins.

Tudo é muito bem cuidado e bonito no Château d'Amboise.

A beleza do Château d'Amboise serve de inspiração para muitos artistas.

Outra perspectiva do Château d'Amboise.

Vista para o topo da Torre Heurtault, onde é feita a saída do castelo.


Em meio aos jardins do castelo, há um busto branco de Leonardo da Vinci indicando o local em que ficava a igreja Saint-Floretin, onde o artista foi inicialmente sepultamento em 1519. Tal igreja foi demolida entre 1806 e 1810, fazendo com que o corpo fosse totalmente esquecido. Contudo, em 1863, foram realizadas explorações arqueológicas resultando na descoberta de um esqueleto próximo a uma pedra sepulcral com fragmentos do nome do artista. Com todos os dados coletados, foi possível confirmar que os restos mortais encontrados eram mesmo de Leonardo da Vinci. Em 1871, a ossada foi transferida para a Capela de Saint-Hubert, dentro da propriedade do Château d'Amboise.

À esquerda, de longe, podemos ver o busto branco de Leonardo da Vinci, que morou e trabalhou aqui até a sua morte.

Capela de Saint-Hubert, onde está sepultado Leonardo da Vinci.

Sepultura, no chão, de Leonardo da Vinci (1452-1519)


Passamos uma hora fazendo a visitação pela propriedade do Château d'Amboise, que, na minha opinião, foi o mais bonito dos castelos que visitamos hoje. O famoso Château de Chambord que me perdoe!

Antes de sair do castelo, passamos no banheiro e acabamos doando $2,00 euros para a senhora da limpeza.

A saída do castelo é feita pela Torre Heurtault e deságua na Place Michel Debré, onde ficam vários restaurantes e outros estabelecimentos. Aproveitamos para procurar um local para fazer um lanche antes de voltar ao hotel.

Place Michel Debré, onde estacionamos o carro, à base do Château d'Amboise.

Passeando pela Place Michel Debré em busca de um local para comer.


Ficamos caminhando pela Place Michel Debré, porém, a maioria dos restaurantes estava fechada, provavelmente por conta do horário, que ainda estava cedo. Com as poucas opções para fazer uma refeição, acabamos escolhendo uma lanchonete, chamada Pause Caffè, que só tinha um senhor trabalhando, muito simpático por sinal. Ele preparava os lanches (incluindo os crepes), atendia às pessoas, limpava as mesas e ainda cuidava do pagamento! Pedimos dois paninis (sanduíches) de queijo e presunto, um refrigerante e dividimos um crepe de Nutella. A conta totalizou em $13,00 euros.

Interior da lanchonete Pause Caffè, onde fizemos um lanche no centro de Amboise.


Depois do lanche, pegamos o carro e voltamos ao hotel às 18:45. Assim que chegamos, lembramos de configurar o GPS para evitar rodovias pedagiadas enquanto estivermos visitando o Vale do Loire.

Abaixo, o mapa com os castelos visitados no dia de hoje.




GASTOS DIÁRIOS (em Euros, para o casal):

ESTIMATIVA DE GASTOS GASTOS EFETIVOS ECONOMIA
Alimentação: 100,00 Alimentação: 82,50 17,50
Château de Chambord: 11,00x2=22,00 Château de Chambord: 22,00 0,00
Estacionamento Chambord: 4,00 Estacionamento Chambord: 4,00 0,00
Château de Cheverny: 10,00x2=20,00 Château de Cheverny: 20,00 0,00
Château d'Amboise: 10,90x2=21,80 Château d'Amboise: 21,80 0,00
Aluguel de bicicleta: 12,00 -12,00
Pedágio Cheverny-Amboise: 2,70 -2,70
Estacionamento em Amboise: 2,00 -2,00
Banheiro em Amboise: 2,00 -2,00
167,80 169,00 -1,20
Saldo Anterior: 1.921,25 / Saldo Atual: 1.752,25 / Economia Geral: 21,45

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