16 maio 2016

[Inglaterra/França 2015] 16º dia: Paris (Louvre, Palais Royal, Galerie Vivienne e Galeries Lafayette)

No relato deste segundo dia em Paris, compartilho nossa visita a algumas atrações do 1°, 2° e 9° arrondissements de Paris.

No 1° arrondissement, visitamos o espetacular Musée du Louvre (Museu do Louvre), o Arc de Triomphe du Carrousel e os jardins do Palais Royal. No 2° arrondissement visitamos a Galerie Vivienne. E no 9° arrondissement, o Hard Rock Cafe, o Palais Garnier (Ópera de Paris) e a loja de departamentos de alto padrão Galeries Lafayette.

Para entender um pouco sobre os arrondissements, veja o início da postagem do nosso primeiro dia em Paris.

A seguir, o relato detalhado deste dia, com muitas fotos e dicas, incluindo o mapa com os lugares visitados e o trajeto percorrido a pé. Ao final, a estimativa de gastos comparada com os gastos efetivos.

ROTEIRO ORIGINAL (Segunda-Feira – 05/10/2015):

Musée du Louvre (Paris Museum Pass)
Arc de Triomphe du Carrousel
Palais Royal
Galerie Vivienne
Hard Rock Cafe
Palais Garnier
Galeries Lafayette

RELATO DO DIA:

Hoje acordamos bem mais cedo para tentar chegar ao Museu do Louvre em seu horário de abertura, que é às 9:00.

Saímos para tomar café da manhã e o dia estava bastante nublado, com previsão de chuva. Mais um motivo para visitar um museu e escapar por algumas horas da chuva que com certeza virá!

Tal como no dia anterior, tomamos café da manhã na Pomme de Pain da Boulevard du Montparnasse, totalizando em $15,10 euros, conforme detalhamento abaixo:

- Sanduíche de queijo e presunto: 2 x 4,80 = 9,60
- Combo (croissant, café e suco): 5,50
TOTAL: 15,10

Para chegar ao Museu do Louvre, seguimos para estação de metrô Montparnasse - Bienvenüe, que possui uma entrada pela Boulevard du Montparnasse, onde pegamos a linha 4, sentido Porte de Clignancourt, descendo na estação Châtelet para fazer uma baldeação e pegar a linha 1, sentido La Défense (Grande Arche), rumo à estação Palais-Royal (Musée du Louvre), totalizando em aproximadamente 15 minutos de viagem.

A estação de metrô Palais-Royal (Musée du Louvre) possui acesso direto ao subsolo do museu, passando pelo shopping subterrâneo Carrousel du Louvre, onde fica a ponta da Pirâmide Invertida. Chegamos por volta das 8:45 e já havia uma pequena fila.

Ponta da pirâmide invertida no shopping subterrâneo Carrousel du Louvre.


Um pouco de história... (Fonte: site oficial do Museu do Louvre e Wikipedia)

O Musée du Louvre (Museu do Louvre) ocupa grande parte do antigo Palais du Louvre, um palácio real, que originalmente foi construído para ser uma fortaleza no final do século XII. No século XIV, a fortaleza foi transformada no Palais du Louvre, sendo utilizado eventualmente como residência dos reis da França. Em 1682, o Rei Luís XIV escolheu manter residência no Palácio de Versailles, deixando o Louvre como um local de exposição da coleção real de objetos de arte, incluindo esculturas gregas e romanas.

A construção evoluiu bastante desde o século XVI e foi transformada em museu público em 1793. Atualmente, o Louvre é um dos maiores museus do mundo, sendo também um dos mais visitados, chegando a 10 milhões de visitantes por ano. Seu acervo chega a, aproximadamente, 35.000 peças de arte em exposição, sendo as mais antigas datadas há mais de 7 mil anos. Incrível!


O museu possui três grandes pavilhões: Denon, Sully e Richelieu.

Informação Importante: O Museu do Louvre abre diariamente (fechando apenas às terças-feiras) de 9:00 às 18:00, sendo que às quartas e sextas o museu fica aberto até às 21:45. Além disso, de outubro a março, a entrada é gratuita no primeiro domingo de cada mês.

Às 9:00 a entrada do museu foi liberada e utilizamos o Paris Museum Pass para entrar. Nosso primeiro objetivo era visitar o famoso quadro da Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, que fica na ala de pinturas italianas no 1º andar do pavilhão Denon.

Acontece que, mesmo tendo estudado o mapa do museu, o casal estabanado aqui ainda conseguiu se perder e ir para o pavilhão oposto ao da Mona Lisa. Resultado: quando finalmente chegamos ao local correto, já havia um monte de gente se espremendo para conseguir ver de perto, e fotografar, o famoso quadro!

Todo mundo querendo chegar perto da Mona Lisa!


Muitas pessoas acabam se decepcionando quando constatam o tamanho do quadro (77cm×53cm), que é pequeno! Como essa estava sendo a segunda vez que via a Mona Lisa de perto, já sabia exatamente o que esperar.

Estima-se que Leonardo da Vinci tenha iniciado a obra por volta de 1503, em Florença, na Itália. E a mulher na pintura seria Lisa Gherardini, esposa do comerciante Francesco del Giocondo, por isso o quadro também é conhecido como La Gioconda. Contudo, parece que Leonardo da Vinci nunca entregou a obra para quem havia feito a encomenda, levando consigo à França.

Em 1911, o quadro foi roubado do Museu do Louvre e encontrado em um quarto de hotel em Florença dois anos mais tarde.

Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, em exposição no Museu do Louvre.


Ficamos apenas uns 10 minutos apreciando a bela pintura, e o enigmático sorrido de Mona Lisa, e seguimos com a visitação do museu.

Aproveitamos para visitar as outras alas do pavilhão Denon no 1º andar, onde estão obras da Itália, França, Espanha e Inglaterra.

Além de apreciar as obras de arte, era inevitável ficar admirando, pelas diversas janelas, a parte externa do Museu do Louvre, que também é uma verdadeira obra de arte da arquitetura.

Visitando o pavilhão Denon no 1º andar do Museu do Louvre.

Arc de Triomphe du Carrousel e Place du Carrousel vistos do pavilhão Denon no 1º andar do Museu do Louvre.

No centro da Place du Carrousel está a base da Pirâmide Invertida, onde existe o shopping subterrâneo Carrousel du Louvre.


Seguimos para as escadarias do pavilhão Denon que levam ao andar térreo, pois queríamos visitar as alas de antiguidades gregas e romanas. Nesta mesma escadaria, encontra-se outra obra bastante procurada no Museu do Louvre, denominada Vitória de Samotrácia, uma escultura de mármore medindo 2,75 metros de altura, datada de 190 a.C., aproximadamente.

A escultura foi encontrada em 1863 na Ilha de Samotrácia, na Grécia, e representa a deusa da Vitória, na forma de uma mulher com asas sobre a proa de um navio.

Escultura Vitória de Samotrácia, no térreo do pavilhão Denon, no Museu do Louvre.


No andar térreo do pavilhão Denon, visitamos a ala de antiguidades romanas, onde estão esculturas belíssimas. Confesso que gosto muito mais de esculturas do que de pinturas.

Daqui, também é possível admirar através das diversas janelas, a parte externa do Museu do Louvre.

Pirâmide e pavilhão Richelieu, do Museu do Louvre, vistos do térreo do pavilhão Denon.

Escultura romana no térreo do pavilhão Denon. Já treinando para tirar uma selfie!

Muitas esculturas e outras antiguidades romanas no térreo do pavilhão Denon, no Museu do Louvre.


A ala de antiguidades romanas no térreo do pavilhão Denon está interligada à ala de antiguidades gregas do pavilhão Sully. Sem dúvida, a obra mais procurada aqui é a Vênus de Milo, uma escultura de mármore com cerca de 2 metros de altura encontrada por um camponês em 1820 na ilha de Milo, Grécia. Acabou sendo presenteada ao Rei Luís XVIII, que a doou ao Museu do Louvre no ano seguinte. A escultura é considerada como o protótipo da beleza feminina grega.

Escultura da Vênus de Milo, no térreo do pavilhão Sully, no Museu do Louvre.


Neste momento, por volta das 11:00, o museu já estava bem cheio, ficando cada vez mais complicado chegar perto e apreciar as principais obras de arte. Seguimos, então, para as alas dedicadas ao Egito, ainda no térreo do pavilhão Sully.

As antiguidades egípcias são as minhas preferidas. Em exposição havia múmias, sarcófagos e muitas esculturas.

Visitando as alas dedicadas ao Egito, no térreo do pavilhão Sully, no Museu do Louvre


Quando acabamos de visitar as alas egípcias, fomos em direção ao pavilhão Richelieu, onde pudemos ver o Pátio (Cour) Puget e suas várias esculturas, incluindo a denominada Quatro Prisioneiros (Four Captives), também conhecida como Quatro Nações Derrotadas, onde podemos ver quatro homens expressando diferentes reações: revolta, esperança, resignação e sofrimento.

Pátio Puget no pavilhão Richelieu, no Museu do Louvre.


A fome começou a apertar, então decidimos almoçar no próprio Museu do Louvre. Dentre as várias opções, escolhemos o Les Cafés de la Pyramide, que fica no subsolo do pavilhão Richelieu.

O restaurante é uma espécie de fast food, oferecendo algumas opções de pratos prontos. Escolhi uma massa ao molho pesto e o marido pediu um frango (coxa e sobrecoxa) com batatas fritas. De sobremesa, pedimos uma tortinha de maçã e uma salada de frutas. A comida estava bem sem graça, sem falar que pela qualidade oferecida, o preço foi caro. Definitivamente, não gostamos.

A conta totalizou em $33,90 euros, conforme detalhamento a seguir:

- Menu (principal e sobremesa): 2 x 14,00 = 28,00
- Garrafa de água: 2 x 2,95 = 5,90
TOTAL: 33,90

Depois desse almoço ruim, demos mais uma voltinha pelo saguão principal do museu e, depois de quatro horas de visitação, resolvemos ir embora. Vou confessar que meu limite dentro de um museu não costuma passar de quatro horas, e o marido também já estava cansado.

É fato, conhecemos bem pouco do museu, que é gigante. Demos preferência a algumas obras famosas e às alas de antiguidade gregas, romanas e egípcias. Praticamente visitamos nada do pavilhão Richelieu, visitamos uma parte bem pequena do pavilhão Sully e grande parte do pavilhão Denon.

Para desbravar o Museu do Louvre por completo, são necessários alguns dias inteiros.

Quando achamos uma saída, constatamos que ainda estava chovendo, fraco mas estava. Resolvemos encarar a chuva e fomos passear pela área externa do museu, onde fica a grande Pirâmide do Louvre.

A Pirâmide do Louvre é uma construção de vidro e aço, inaugurada em 1988, com o objetivo de sanar o problema diário de congestionamento de visitantes ao local, funcionando como entrada para o museu. A pirâmide principal tem uma altura aproximada de 21 metros com uma base quadrada de 35 metros de lado, e está rodeada por outras três pirâmides menores que servem para iluminar os acessos subterrâneos aos três pavilhões do museu: Richelieu, Sully e Denon.

Foi uma construção que gerou muita controvérsia, por conta da sua forma futurista em meio à clássica arquitetura do museu. Contudo, atualmente já se tornou um ícone do Museu do Louvre.

As pirâmides do Museu do Louvre.

Museu do Louvre com sua famosa pirâmide central.


Atravessando a Place du Carrousel, em frente ao Museu do Louvre, está o Arc de Triomphe du Carrousel, um arco construído entre os anos 1806 e 1808 para celebrar as vitórias de Napoleão Bonaparte de 1805.

Interessante notar que no meio do grande arco central, podemos ver ao fundo o Obelisco da Place de la Concorde e atrás o Arco do Triunfo, perfeitamente alinhados.

Arc de Triomphe du Carrousel, em homenagem às vitórias de Napoleão Bonaparte de 1805.


Daqui, seguimos debaixo de chuva até o Palais Royal, com o objetivo de visitar os seus belos jardins, dica do blog Conexão Paris.

Antes de chegar ao Palais Royal, passamos em frente da belíssima entrada para a estação de metrô Palais-Royal (Musée du Louvre). Pesquisando na internet, descobri que é uma obra do artista francês Jean Michel Othoniel.

Belíssima entrada para a estação de metrô Palais-Royal (Musée du Louvre).


Enfim chegamos ao Palais Royal, um palácio construído de 1624 a 1645, sendo originalmente residência do cardeal Richelieu, que, em sua morte, doou o palácio ao Rei Luís XIII. Atualmente é sede do Conselho de Estado.

Em contraste com a arquitetura clássica do palácio, em um dos seus pátios estão as colunas criadas pelo artista francês Daniel Buren. As Colunas de Buren foram instaladas em 1985 e possuem diferentes tamanhos com listras em preto e branco. À noite, recebem uma iluminação especial.

Também em 1985 foram instaladas em outro pátio do Palais Royal duas fontes com esferas de aço inoxidável do artista belga Pol Bury.

Assim como aconteceu com a Pirâmide do Louvre, essas duas obras de arte moderna em meio ao Palais Royal também foram objeto de muita polêmica!

As colunas do artista francês Daniel Buren instaladas no Palais Royal.

Também no Palais Royal, as fontes com esferas de aço inoxidável do artista belga Pol Bury.


O Palais Royal possui uma ampla praça arborizada, com belos jardins e muitas obras de arte. Ao redor da praça estão galerias onde podemos encontrar lojas de antiguidades e de livros raros, em meio a lojas de grifes famosas e restaurantes requintados.

Benditas sejam essas galerias, que nos serviram de abrigo para a chuva persistente!

Praça central do Palais Royal.

A praça do Palais Royal é ornada com belíssimos jardins.

Muitas obras de arte estão espalhadas pela praça do Palais Royal.


Por volta das 14:00, deixamos o Palais Royal e seguimos para a Galerie Vivienne, mais um local coberto em nosso roteiro para nos ajudar a fugir da chuva que insistia em cair.

Na primeira metade do século XIX foram construídas diversas passagens cobertas por Paris para abrigar centros comerciais. A Galerie Vivienne é uma das poucas passagens cobertas que restaram, tendo sido construída em 1823.

Entrada da Galerie Vivienne, datada de 1823.

Interior da belíssima Galerie Vivienne. Uma verdadeira obra de arte!


Passamos um tempinho no interior da Galerie Vivienne e em seguida tomamos coragem para sair de novo na chuva. Pelo menos a chuva não estava forte... nossos pequenos guarda-chuvas estavam dando conta do recado! Pelo caminho, resolvemos comprar uma garrafa de água a $1,26 euros.

Seguimos pela Rue Vivienne até a Boulevard Montmartre, dando de cara com o Hard Rock Cafe (HRC), inaugurado em 1991. Como não resisto a um HRC, acabei comprando uma blusinha de recordação!

Hard Rock Cafe Paris.


A chuva começou a engrossar, então resolvemos entrar em uma Starbucks, bem próxima ao HRC, ainda na Boulevard Montmartre. Não sei outros turistas, mas encontrar uma Starbucks pelos lugares por onde viajo sempre me dá um certo alívio, pois sei que vou encontrar internet Wi-Fi gratuita, banheiro, um café quentinho e, por sorte, um local para sentar e descansar.

E foi exatamente assim, encontramos um lugar para sentar, compramos um cappuccino quentinho e um muffin de baunilha com pedaços de chocolate (totalizando em $7,30 euros), e por aqui ficamos por uma hora! Quem disse que dava coragem para enfrentar a chuva de novo?!

Uma parada estratégica na Starbucks para fugir da chuva lá fora!


Às 15:45 criamos coragem de deixar a Starbucks e continuar o passeio. Pegamos a Boulevard des Italiens até chegarmos em frente à casa de concertos Palais Garnier, sede da Opéra National de Paris.

O Palais Garnier foi construído entre os anos de 1861 e 1875, com capacidade para quase 2.000 pessoas. O local foi cenário para a famosa história do Fantasma da Ópera, do autor Gaston Leroux, publicada em 1910. As adaptações subsequentes do livro feitas para o cinema e para o popular musical de Andrew Lloyd Webbers em 1986, também se passam no Palais Garnier.

É possível fazer a visitação pelo interior do palácio, sendo disponibilizado tour guiado por um profissional ou tour por conta própria utilizando um aparelho de áudio. Infelizmente, quando decidimos fazer o tour, descobrimos que o horário de entrada já havia encerrado. O horário de visitação é de 10:00 às 17:00, com última admissão às 16:30.

Fachada do Palais Garnier, sede da Opéra National de Paris.


Do Palais Garnier, seguimos para a última visita do dia: Galeries Lafayette, uma famosa loja de departamentos de alto padrão, onde as mais conceituadas grifes imperam. Aqui estão lojas de moda feminina e masculina, acessórios, cosméticos, perfumaria, maquiagem e até artigos para casa. Um verdadeiro convite ao consumo!

Tudo começou em 1895, quando Théophile Bader e seu primo Alphonse Kahn abriram uma pequena loja de moda na esquina da Rue La Fayette com a Rue de la Chaussée d'Antin. Em 1896, eles compraram um edifício inteiro na Rue La Fayette e, em 1905, compraram novos edifícios na Boulevard Haussmann e Rue de la Chaussée d'Antin. Com este amplo espaço adquirido ao longo dos anos, uma loja nova e bem maior foi projetada em Art Nouveau com uma cúpula belíssima de vidro e aço, sendo finalmente inaugurada em 1912.

Fachada das Galerias Lafayette.

Belíssima cúpula de vidro e aço das Galerias Lafayette.

Várias grifes famosas estão nas Galerias Lafayette. Um convite ao consumo!


Dica: No 6º andar das Galerias Lafayette são vendidos artigos mais variados e com preços acessíveis. Há muitos produtos ótimos para servir de lembrancinhas (souvenirs), como imãs de geladeira, chaveiros, estatuetas, livros, etc. Fiquei encantada com a coleção do Pequeno Príncipe (Le Petit Prince)!

Durante o planejamento desta viagem acabei descobrindo que as Galerias Lafayette possuem um terraço com ótima vista para Paris. O terraço das Galerias Lafayette abre às 9:30 e fecha às 19:30, ou se as condições meteorológicas não forem favoráveis...

E como continuava chovendo, já imaginávamos que o terraço estaria fechado, e realmente estava. Contudo, pudemos perceber que a vista daqui deve ser realmente ótima em dias ensolarados. Já fiquei com vontade de voltar!

Terraço das Galerias Lafayette, fechado por conta da chuva. É possível ter uma bela visão do Palais Garnier.

Torre Eiffel encoberta por conta do mau tempo.


Por volta das 17:30, deixamos as Galerias Lafayette e caminhamos até a estação Saint-Lazaré, onde pegamos a linha 13 do metrô, sentido Châtillon - Montrouge, rumo à estação Montparnasse - Bienvenüe, totalizando em 8 paradas, aproximadamente 15 minutos de viagem.

Desembarcamos na estação Montparnasse - Bienvenüe e, pela terceira noite consecutiva, resolvemos jantar na EXKi, uma rede de fast food saudável, na Boulevard du Montparnasse (veja a postagem sobre nossa chegada a Paris).

Nossa conta totalizou em $25,70 euros, conforme descrição abaixo:

- Sopa: 2 x 4,20 = 8,40
- Torta de legumes: 2 x 5,45 = 10,90
- Suco: 3,10
- Smoothie: 3,30
TOTAL: $25,70

A seguir, o mapa dos lugares visitados e do trajeto percorrido no nosso segundo dia em Paris (quase 5km, sem contar com a visitação ao Museu do Louvre):




GASTOS DIÁRIOS (em Euros, para o casal):

ESTIMATIVA DE GASTOS GASTOS EFETIVOS ECONOMIA
Alimentação: 100,00 Alimentação: 83,26 16,74
100,00 83,26 16,74
Saldo Anterior: 974,69 / Saldo Atual: 891,43 / Economia Geral: 175,99

2 comentários:

  1. Oi, Patricia! Adoro seu blog! Sou a louca do planejamento tbm. Na próxima semana viajo para Nova York e suas dicas me ajudaram mto!
    Queria saber como vc acessa o mapa (do google maps) durante a viagem para seguir o percurso - pelo iPhone e pelo iPad eu não to conseguindo :(
    Bjs!

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    Respostas
    1. Olá Marianna! Fico feliz em receber seu comentário e saber que meu blog está lhe ajudando. Obrigada!

      Respondendo à sua pergunta...

      No caso da cidade de Nova York tenho duas opções para você baixar as informações no seu celular antes da viagem utilizando internet rápida.

      A primeira é baixar o aplicativo do TripAdvisor no seu iPhone. Este aplicativo possui a opção "baixar cidades". As principais cidades do mundo estão disponíveis para download, incluindo Nova York. Ao fazer o download da cidade, o TripAdvisor vai baixar para o seu celular todas as informações disponíveis da cidade, incluindo o mapa, que poderá ser utilizado sem internet, apenas utilizando o GPS do seu celular. Adoro essa opção e utilizei recentemente em Paris e Londres e deu super certo. Recomendo muito!

      A segunda alternativa, que uso apenas quando a cidade não está disponível para download no TripAdvisor, é a funcionalidade de salvar mapas offline do aplicativo Google Maps. No local de pesquisa coloque, por exemplo, Manhattan. Quando aparecer o mapa da cidade, você clica na parte inferior onde aparecerá o nome do local, no caso Manhattan New York, NY. Daí vai aparecer em uma nova tela as opções de salvar, compartilhar ou fazer download. Clique em download que o mapa será baixado para o seu celular para ser utilizado offline. Já utilizei esta funcionalidade em pequenas cidades no interior da França, Fort Lauderdale na Florida, e até em São Paulo, para não gastar meu pacote de dados!

      Mas esteja ciente que utilizar GPS consome bastante a bateria do seu celular.

      Bem, espero ter explicado de forma clara! Qualquer dúvida, pode mandar e-mail para contato@meuplanejamentodeviagens.com

      Abraços e ótima viagem!

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