22 maio 2016

[Inglaterra/França 2015] 17º dia: Paris (Musée d'Orsay, Musée Rodin, Saint-Sulpice e Tour Montparnasse)

Por conta do tempo bastante instável em Paris, neste terceiro dia de visita à cidade, tivemos que fazer uma pequena adaptação no roteiro original. Começamos visitando o Musée d'Orsay e, em seguida, o Musée Rodin, ambos no 7º arrondissement de Paris. Depois, seguimos para o 6º arrondissement, onde visitamos a Église Saint-Sulpice e fizemos um lanche da tarde muito especial na Angelina, um tradicional café parisiense datado de 1903, que fica na entrada para o Musée du Luxembourg.

No fim do dia, visitamos a Tour Montparnasse, um edifício comercial com 210 metros de altura, com um terraço aberto ao público, de onde se tem uma visão 360º da bela Paris.

A seguir, o relato detalhado deste dia, com muitas fotos e dicas, incluindo o mapa com os lugares visitados e o trajeto percorrido. Ao final, a estimativa de gastos comparada com os gastos efetivos.

ROTEIRO ORIGINAL (Terça-Feira – 06/10/2015):

Musée Rodin (Paris Museum Pass)
Église Saint-Sulpice
Panthéon
Église Saint-Étienne-du-Mont
Jardin du Luxembourg
    Lanche da tarde: Angelina (Musée du Luxembourg)
Tour Montparnasse

ROTEIRO ADAPTADO:

Musée d'Orsay (Paris Museum Pass)
Musée Rodin (Paris Museum Pass)
Église Saint-Sulpice
Lanche da tarde: Angelina (Musée du Luxembourg)
Tour Montparnasse

RELATO DO DIA:

Hoje o dia amanheceu bastante nublado e chuviscando. Por conta disso, resolvemos alterar o início do roteiro original. Começaríamos visitando o Musée Rodin. Contudo, como uma das suas principais atrações é um jardim a céu aberto, ficaria ruim visitá-lo debaixo de chuva. Sendo assim, resolvemos começar o dia visitando o Musée d'Orsay, que estava planejado para o dia seguinte.

Também resolvemos mudar o local para tomar café da manhã. Nos dias anteriores, estávamos indo na Pomme de Pain da Boulevard du Montparnasse, mas o sanduíche de lá não estava mais nos agradando. Escolhemos, então, tomar café da manhã na Starbucks que fica bem pertinho da Pomme de Pain, ainda na Boulevard du Montparnasse, totalizando em $14,20 euros (esqueci de tirar foto da conta para detalhar aqui).

Para chegar ao Musée d'Orsay, seguimos para estação de metrô Montparnasse - Bienvenüe, que possui uma entrada pela Boulevard du Montparnasse, onde pegamos a linha 12, sentido Front Populaire, rumo à estação Solférino, a mais próxima do museu sem baldeação, totalizando em 5 paradas, aproximadamente 6 minutos de viagem.

Ao sair da estação de metrô Solférino, temos que andar uns 300 metros pela Rue de Bellechasse para chegar à entrada do Musée d'Orsay. Chegamos lá antes das 9:30, horário de abertura, e já havia fila formada. Ainda bem que a chuva havia dado uma trégua, pois somente o início da fila fica em área coberta.

Informação Importante: O Musée d'Orsay abre diariamente (fechando apenas às segundas-feiras) de 9:30 às 18:00, sendo que às quintas o museu fica aberto até às 21:45. Além disso, a entrada é gratuita no primeiro domingo de cada mês. Mais informações no site oficial do Musée d'Orsay.

O Museu d'Orsay ocupa o antigo edifício onde funcionada a estação ferroviária Gare d'Orsay pertencente à companhia Paris-Orleáns. A estação foi construída em apenas dois anos (1898-1900). Em seu interior, funcionavam também restaurantes e um elegante hotel de 400 quartos.

A Gare d'Orsay deixou de ser utilizada em 1939, provocando seu gradual declínio, inclusive ameaçada de ser demolida. Em 1973, o então presidente francês Pompidou declarou o edifício como monumento nacional, sendo transformado em museu em 1986, após uma grande restauração e restruturação, exibindo coleções de arte do período de 1848 a 1914.

Chegando ao Musée d'Orsay, onde funcionava uma antiga estação ferroviária.

Chuva dando um tempo e o céu começando a limpar.


Às 9:30 a entrada do Museu d'Orsay foi liberada e utilizamos o Paris Museum Pass para entrar. Seguimos direto para o último andar (são três andares com exposições, ver o mapa do museu), onde fica a Galeria dos Impressionistas (Galerie des Impressionnistes) e os dois famosos relógios onde a galera adora tirar fotos!

Na Galeria dos Impressionistas estão obras dos artistas Claude Monet, Paul Cézanne, Auguste Rodin e Edouard Manet, para citar apenas alguns. Aqui encontramos pinturas de Monet retratando seus jardins em Giverny (veja a postagem da nossa visita a Giverny) e também as falésias de Étretat (veja a postagem da nossa visita a Étretat), lugares que visitamos dias antes.

Os jardins de Monet, em Giverny, e várias pinturas das falésias de Étretat.


Pela Galeria dos Impressionistas, há alguns acessos para o terraço do museu, de onde se tem uma bela vista em direção ao Jardim de Tuileries, do outro lado do Rio Sena. É possível ver até a Basílica de Sacré-Coeur, no alto do bairro Montmartre.

Vista para o Jardim de Tuileries a partir do terraço do Museu d'Orsay. Ao fundo, à esquerda, a Basílica de Sacré-Coeur.


Quando acabamos de visitar a Galeria dos Impressionistas, chegamos a um dos enormes relógios, que fica no Salon de l'Horloge, e a disputa para tirar uma foto estava grande! É claro que fui garantir a minha foto também! O outro relógio fica no mesmo andar, na outra extremidade da Galeria dos Impressionistas, porém no Café Campana, então o acesso dos visitantes não é tão facilitado, a não ser que estejam comendo no restaurante.

Curiosidade: O Café Campana foi projetado pelos irmãos Campana (Humberto e Fernando), importantes designers brasileiros com outros projetos espalhados pelo mundo. O projeto tem inspiração Art Nouveau e possui decoração moderna que contrasta com a arquitetura clássica do Museu d'Orsay.

Relógio disputado para fotos no Salon de l'Horloge, do Museu d'Orsay.

O segundo relógio fica no restaurante Café Campana, no Museu d'Orsay.


Continuamos passeando pelo museu, desta vez conhecendo as galerias em seu andar térreo, inclusive, visitamos uma exposição temporária, e somente para adultos, sobre a história da prostituição: "Splendour and Misery. Pictures of Prostitution, 1850-1910" (Esplendor e Miséria. Fotos da Prostituição).

Belíssimo Museu d'Orsay.

Relógio que fica na entrada do Museu d'Orsay, onde funcionava uma antiga estação ferroviária.


Às 12:00 resolvemos almoçar no restaurante do Museu d'Orsay, que por sinal é lindíssimo, uma verdadeira galeria de arte que merece ser desfrutada. O cardápio fica exposto na entrada do restaurante e constatamos que os preços eram um pouco elevados. Contudo, como temos economizado bem nos últimos dias, resolvemos nos dar esse luxo!

Dica: Os restaurantes franceses disponibilizam água tratada gratuita aos clientes, basta pedir em francês "carafe d'eau", ou, como preferimos, "tap water", em inglês.

Restaurante do Museu d'Orsay. Uma obra de arte!

Detalhes do teto e dos lustres do restaurante principal do Museu d'Orsay.


O marido e eu escolhemos o mesmo prato, uma massa com molho pesto. Para acompanhar, pedimos duas taças de vinho. E de sobremesa, escolhemos o tradicional doce francês crème brûlée, porém, este vinha com um toque diferenciado de pistaches. Confesso que preferimos a versão original do doce!

De prato principal, uma massa com molho pesto.

De sobremesa, crème brûlée com pistache.


A conta totalizou em $57,00 euros conforme detalhamento a seguir:

- Menu (principal e sobremesa): 2 x 22,00 = 44,00
- Taça de vinho: 2 x 6,50 = 13,00
TOTAL: 57,00

Como o serviço não estava incluído na conta, deixamos o valor de $7,00 euros (gorjeta de aproximadamente 12%), totalizando em $64,00 euros.

A comida estava muito saborosa, o atendimento foi cordial e o ambiente extremamente agradável. Recomendo fortemente!

Não havia visitado o Museu d'Orsay na minha primeira viagem a Paris, e só posso dizer que foi uma grata surpresa. O museu é relativamente pequeno, porém muito bem estruturado e organizado, com um acervo incrível. Foi uma visita que não nos cansou, como aconteceu no enorme Museu do Louvre no dia anterior (veja a postagem da nossa visita ao Museu do Louvre).

Às 13:15 deixamos o museu e ficamos um tempo aproveitando a área externa e apreciando a vista para o Rio Sena.

Fachada do Museu d'Orsay, antiga estação ferroviária da companhia Paris-Orléans.

O Museu d'Orsay fica às margens do Rio Sena. Do outro lado, o Museu do Louvre.

Ao fundo, o imponente teto do Grand Palais.


Como o tempo havia melhorado (sem chuva e até com céu azul em algumas áreas), resolvemos seguir o roteiro original e fomos caminhando até o Musée Rodin, sendo uma caminhada de cerca de 1km, grande parte pela Rue de Bellechasse.

Chegamos ao Musée Rodin às 14:00 e entramos utilizando o Paris Museum Pass. Descobrimos que o museu em si estava passando por reformas, sendo possível visitar apenas o seu Jardim de Esculturas, que dizem ser a parte mais interessante da propriedade.

Informação Importante: O Musée Rodin abre diariamente (fechando apenas às segundas-feiras) de 10:00 às 17:45, sendo que às quartas o museu fica aberto até às 20:45. Mais informações no site oficial do Musée Rodin.

Quando entramos no jardim, uma das primeiras esculturas de Rodin a qual nos deparamos foi a famosa estátua "O Pensador", construída em bronze e datada de 1903. O projeto original foi concebido em 1880 com um tamanho bem menor de aproximadamente 70cm.

Estátua "O Pensador", no Museu Rodin.


Ainda bem que o céu limpou e o dia ficou belo e ensolarado, perfeito para visitar o jardim cheio de esculturas do artista Auguste Rodin.

Em uma das extremidades do jardim, perto da entrada, está o Hôtel Biron, sede do Museu Rodin e que, infelizmente, estava fechado para visitação.

O Hôtel Biron, primeiramente chamado de Hôtel Peyrenc de Moras, foi construído entre 1727 e 1732, para ser a residência de Abraham Peyrenc de Moras, que morreu em 1732, antes da conclusão da obra. Em 1753, a propriedade foi vendida para o Marechal Biron, que fez várias modificações ao local.

Em 1820, o Hôtel Biron passou a ser sede de um convento da Sociedade do Sacrado Coração de Jesus, a qual foi dissolvida em 1904. Em 1908, o escultor Auguste Rodin alugou a propriedade para utilizá-la como estúdio. Alguns anos depois, Rodin deixa todas as suas obras de arte ao Estado, solicitando apenas que estas fossem mantidas no Hôtel Biron, criando, assim, o Museu Rodin, que foi inaugurado oficialmente em 1919, após o falecimento do escultor em 1917.

Hôtel Biron, sede do Museu Rodin.

Muitas esculturas de Auguste Rodin estão espalhadas pelo jardim do Museu Rodin. Ao fundo, a cúpula do Les Invalides.

Museu Rodin e seu jardim de esculturas.

Estátua "O Pensador" e ao fundo a Torre Eiffel.


Ficamos cerca de uma hora passeando pelo jardim de esculturas do Museu Rodin. Daqui seguimos para a Église Saint-Sulpice. Inicialmente, pensamos em ir a pé, mas como são quase 2km de distância, e o cansaço já estava batendo, resolvemos pegar o metrô.

Dica: A RATP (empresa de transportes públicos de Paris) disponibiliza um aplicativo para smartphone com a opção de planejar trajetos de metrô (necessita de internet), bastando informar a origem e o destino que o resultado mostra qual linha pegar, tempo de viagem, quantas estações terão pelo meio do caminho e se é necessário fazer baldeação. Além disso, o aplicativo também traz o mapa do metrô de Paris, localizando a estação mais próxima de você, caso o GPS esteja ligado (não necessita internet).

Entramos na estação Varenne, a mais próxima do Museu Rodin, onde pegamos a linha 13, sentido Châtillon Montrouge. Desembarcamos na estação Montparnasse-Bienvenue para fazer baldeação para pegar a linha 4, sentido Porte de Clignancourt, rumo à estação Saint-Sulpice.

Enquanto fazíamos a baldeação na estação Montparnasse-Bienvenue, fomos parados, entre outras pessoas, por agentes de fiscalização para conferir nossos bilhetes de metrô. Presenciamos um rapaz sendo detido por falta de bilhete. Ainda bem que, como eu sabia da existência dessas fiscalizações eventuais, sempre mantínhamos os nossos bilhetes usados.

Atenção: Sempre guarde o bilhete utilizado no metrô até o final do percurso. Você poderá ter que apresentá-lo aos agentes de fiscalização e em caso de ausência de um bilhete válido, você será multado. Sugiro a leitura da postagem sobre o assunto no blog Conexão Paris, onde há também vários relatos nos comentários.

Depois de 5 paradas e uma baldeação (aproximadamente 15 minutos de viagem), desembarcamos na estação Saint-Sulpice, de onde tivemos que andar mais uns 150 metros para chegar até a igreja de mesmo nome.

Chegamos a Igreja Saint-Sulpice por volta das 15:30. Sua construção teve início em 1646, porém só foi totalmente concluída em 1870.

Depois do lançamento, em 2003, do livro "O Código da Vinci", do autor Dan Brown, a Igreja Saint-Sulpice passou a atrair vários turistas curiosos ao local, pois a igreja faz parte da trama contada no livro. Quando o livro foi transformado em filme, a Arquidiocese de Paris proibiu as filmagens dentro da igreja.

Fonte e Igreja Saint-Sulpice.


Após visitar o interior da Igreja Saint-Sulpice, decidimos seguir para o Jardim de Luxembourg, que fica a uma quadra da igreja, pela Rue Férou.

Caminhando pela Rue Férou, vimos esta cena tão cotidiana do belo outono parisiense.


Quando chegamos a Rue de Vaugirard, demos de cara com uma filial da Angelina, um tradicional café parisiense datado de 1903, que fica na entrada para o Musée du Luxembourg.

De acordo com o roteiro original, primeiro visitaríamos o Panthéon e a Église Saint-Étienne-du-Mont para depois passear pelo Jardim de Luxembourg. Contudo, já estávamos cansados depois de visitar dois museus. Então resolvemos deixar essas duas atrações para outro dia e fazer logo nosso lanche chique na tão badalada Angelina! É hoje que gastamos todos os euros que economizamos nos dias anteriores!

O local estava lotado... Ainda bem que conseguimos uma mesa para duas pessoas bem espremida em um canto! Demos uma olhada no cardápio e pedimos um Croque Monsieur (sanduíche com presunto e queijo), quatro mini macarons (típico doce francês), uma tortinha de limão, um suco de laranja e o mais famoso chocolate quente de Paris, "l’Africain"!

Lanche da tarde na Angelina, tradicional café parisiense datado de 1903.


Tudo estava uma delícia! O chocolate quente vem bem espesso, acompanhado de chantili, simplesmente divino! Dá vontade de lamber a xícara e o pequeno bule onde o chocolate vem! Tá certo que o local é caro, mas a experiência vale muito à pena! Recomendo!

A conta totalizou em $48,40 euros conforme detalhamento a seguir:

- Croque Monsier: 16,00
- Suco de laranja: 7,90
- 4 mini macarons: 9,00
- Torta de limão: 7,30
- Chocolate quente: 8,20
TOTAL: 48,40

Como o serviço não estava incluído na conta, deixamos o valor de $5,00 euros (gorjeta de aproximadamente 10%), totalizando em $53,40 euros.

De buchinho cheio, deixamos a Angelina às 17:00 e já estava chovendo de novo. Acabamos decidindo em voltar ao hotel cruzando pelo Jardim de Luxembourg, mas sem aproveitar o local. Vamos ter que voltar aqui outro dia...

Depois de descansar um pouquinho no hotel, percebemos que a chuva havia parado e que o céu já estava mais limpo. Então, saímos novamente para visitar a Tour Montparnasse, um edifício comercial com 210 metros de altura, construído de 1969 a 1973. Até 2011, era o maior edifício da França, sendo ultrapassado pela Tour First com 231 metros de altura, situada em La Défense, distrito comercial e financeiro de Paris.

A Torre Montparnasse possui 59 andares e o seu terraço é aberto ao público, mediante a compra de ingresso. Esta é uma das atrações que não fazem parte do Paris Museum Pass. Então, quando chegamos lá por volta das 18:45, tivemos que comprar ingresso a $15,00 euros cada.

Chegando ao terraço, percebemos que o local estava bem tranquilo, com poucas pessoas. Daqui, é possível ter uma visão 360º de Paris. Conseguimos ver várias atrações, como a Torre Eiffel, Arco do Triunfo, Les Invalides, Jardim de Tuileries, Catedral Notre-Dame, Jardim de Luxembourg, Basílica de Sacré-Coeur, entre outras. Provavelmente, este deve ser o melhor local para se ter uma ampla vista de Paris.

Terraço da Torre Montparnasse.

Torre Eiffel vista do terraço da Torre Montparnasse.

Les Invalides, Ponte Alexandre III e Grand Palais. Bem ao fundo, à esquerda, o Arco do Triunfo.

Museu d'Orsay, Tuileries e Louvre. Mais ao fundo, Palais Garnier (à esquerda) e Basílica Sacré-Coeur (ao centro).

Em primeiro plano, a Igreja Saint-Supice e o Jardim de Luxembourg. Ao fundo, Centre Pompidou e Catedral Notre-Dame.

Jardim de Luxembourg em detalhe.


Perto do horário do pôr do sol, que estava acontecendo um pouco antes das 20:00, mais pessoas começaram a aparecer com o mesmo intuito que nós... ver o pôr do sol no terraço da Torre Montparnasse. Nos posicionamos no parapeito na direção da Torre Eiffel e de lá não arredamos mais o pé! Enfrentamos frio e um vento cortante, mas tivemos uma bela visão da cidade se iluminando. Pena que o céu ainda estava nublado e o sol acabou se pondo por detrás das nuvens. Contudo, ver Paris se iluminando, principalmente a Torre Eiffel, foi emocionante! Na hora que as luzes da Torre Eiffel começaram a piscar, foi um "ohhhh" geral! Muito bacana!

Pôr do sol visto a partir do terraço da Torre Montparnasse.

Paris e seus principais pontos turísticos se iluminando.

Torre Eiffel iluminada. Lindíssima!


Abaixo, um vídeo curtinho da iluminação pisca-pisca da Torre Eiffel!




Descemos da Torre Montparnasse às 20:15. E, pela quarta noite consecutiva, paramos na Exki na Boulevard du Montparnasse para jantar! Como havíamos comido muito bem no lanche da tarde na Angelina, compramos apenas duas sopas no total de $8,40 euros.

A seguir, o mapa dos lugares visitados e do trajeto percorrido no nosso terceiro dia em Paris (mais de 5km, sem contar a área interna das atrações):




GASTOS DIÁRIOS (em Euros, para o casal):

ESTIMATIVA DE GASTOS GASTOS EFETIVOS ECONOMIA
Alimentação: 100,00 Alimentação: 140,00 -40,00
Tour Montparnasse: 15,00x2=30,00 Tour Montparnasse: 30,00 0,00
130,00 170,00 -40,00
Saldo Anterior: 891,43 / Saldo Atual: 721,43 / Economia Geral: 135,99

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