28 maio 2016

[Inglaterra/França 2015] 18º dia: Paris (Luxembourg, Panthéon, Tuileries, Musée de l'Orangerie, Concorde e Madeleine)

Por conta das chuvas no dia anterior, acabamos tendo que adaptar o roteiro, o que ocasionou também em uma pequena alteração para este quarto dia em Paris.

Como o dia amanheceu ensolarado, iniciamos nossa visita ao Jardin du Luxembourg, localizado no 6º arrondissement de Paris. Em seguida, visitamos o Panthéon, no 5º arrondissement.

Dando uma pausa no passeio, resolvemos repetir a experiência do primeiro dia e almoçar no restaurante Sorza, localizado na pequena Île de Saint-Louis, o qual super recomendo!

Depois do maravilhoso almoço, continuamos o passeio visitando o Jardin des Tuileries e o Musée de l'Orangerie, ambos no 1° arrondissement de Paris. E finalizamos o dia no 8° arrondissement, onde visitamos a Place de la Concorde e a Place de la Madeleine, com direito a um lanche especial na loja de doces Fauchon. Sem falar na caixinha de macarons que compramos na famosa Ladurée para comer mais tarde!

Para entender um pouco sobre os arrondissements, veja o início da postagem do nosso primeiro dia em Paris.

A seguir, o relato detalhado deste dia, com muitas fotos e dicas, incluindo o mapa com os lugares visitados e o trajeto percorrido. Ao final, a estimativa de gastos comparada com os gastos efetivos.

ROTEIRO ORIGINAL (Quarta-Feira – 07/10/2015):

Musée d'Orsay (Paris Museum Pass)
Jardin des Tuileries
Musée de l'Orangerie (Paris Museum Pass)
Place de la Concorde
Place de la Madeleine
Place Vendôme

ROTEIRO ADAPTADO:

Jardin du Luxembourg
Panthéon (Paris Museum Pass)
Jardin des Tuileries
Musée de l'Orangerie (Paris Museum Pass)
Place de la Concorde
Place de la Madeleine

RELATO DO DIA:

Hoje nos demos o luxo de acordar um pouco mais tarde, mas só um pouquinho! E tal como no dia anterior, resolvemos tomar café da manhã na Starbucks da Boulevard du Montparnasse, totalizando em $12,90 euros (e mais uma vez esqueci de tirar foto da conta para detalhar aqui!).

Devido às alterações feitas no roteiro do dia anterior, precisamos adaptar também o roteiro para hoje, uma vez que já visitamos o Musée d'Orsay.

Como o dia amanheceu ensolarado e com céu azul, resolvemos começar os passeios de hoje pelo Jardin du Luxembourg, o qual não conseguimos visitar no dia anterior por causa da chuva.

Para chegar lá, resolvemos pegar o metrô na estação Montparnasse - Bienvenüe, linha 4, sentido Porte de Clignancourt, rumo à estação Saint-Sulpice, totalizando em apenas 2 paradas. Ao sair da estação, tivemos que caminhar uns 500 metros até chegar à entrada do Jardin du Luxembourg na Rue de Vaugirard.

Chegamos por volta das 10:00 e o dia estava ótimo para aproveitar o local. Os jardins estavam floridos e coloridos, tudo muito bonito e bem cuidado.

Passeando pelo Jardim de Luxembourg. Ao fundo, a Torre Montparnasse.


O Jardim de Luxembourg teve sua construção iniciada em 1612 por ordem de Maria de Médici, viúva do Rei Henrique IV da França. Seu objetivo era construir uma nova residência nos moldes da arquitetura característica de sua terra natal, Florença. Sendo assim, em 1615 foi dado início à construção do Palais du Luxembourg.

Durante a Revolução Francesa (1789-1799), o palácio foi tomado da Família Real e transformado em Prisão de Estado. Após a revolução, tanto o palácio quanto os jardins foram remodelados. E desde 1958, o Palácio de Luxembourg é sede do Senado Francês.

O belo Palácio de Luxembourg, datado de 1615, foi residência de Maria de Médici, viúva do Rei Henrique IV.

Desde 1958, o Palácio de Luxembourg é sede do Senado Francês.

O Jardim de Luxembourg possui uma área verde incrível, com muitas flores por todo o local.

Palácio de Luxembourg e seus jardins coloridos.


Jardim de Luxembourg possui 25 hectares de área, incluindo árvores, orquidários, rosas, lago, fontes, etc. Além disso, o jardim possui 106 estátuas distribuídas por toda a sua área.

O mais interessante são as cadeiras espalhadas pelo local, principalmente em volta do lago em frente ao Palácio de Luxembourg. Muitas pessoas estavam sentadas aproveitando o sol que resolveu aparecer nesta manhã. É claro que aproveitamos também!

Do Jardim de Luxembourg podemos ver a ponta da Torre Eiffel.

Muitas esculturas distribuídas por toda a área do Jardim de Luxembourg.


Uma atração bastante procurada no Jardin du Luxembourg é a Fontaine Médicis, uma fonte construída em torno de 1630, por ordem de Maria de Médici. Contudo, a fonte originalmente estava situada em outro local, sendo movida para o Jardim de Luxembourg em 1864, além de ter sido amplamente reformada.

Fontaine Médicis, uma fonte construída em torno de 1630, por ordem de Maria de Médici.

O Jardim de Luxembourg é um local incrível em Paris.

Mais uma escultura do Jardim de Luxembourg. Ao fundo, podemos ver a cúpula do Panthéon.


Ficamos um pouco mais de uma hora passeando pelo belíssimo Jardim de Luxembourg. Saímos pela Rue de Médicis, perto da Fontaine Rostand, e seguimos pela Rue Soufflot até chegarmos ao Panthéon, por volta das 11:30.

O Panthéon foi originalmente construído em 1758 para ser uma igreja no estilo da Catedral St. Paul em Londres e da Catedral St. Peter em Roma, sendo um projeto do arquiteto francês Jacques-Germain Soufflot. A construção foi concluída em 1790 por Jean-Baptiste Rondelet, uma vez que Soufflot havia falecido.

Contudo, como a conclusão da igreja coincidiu com o início da Revolução Francesa, o local acabou sendo transformado em um mausoléu para abrigar os restos mortais de grandes personalidades, incluindo escritores, cientistas, generais e políticos franceses.

Panthéon, originalmente construído para ser uma igreja, mas que virou mausoléu.

Rue Soufflot com a Torre Eiffel ao fundo.


Para entrar no Panthéon utilizamos o Paris Museum Pass. No saguão principal há várias esculturas e pinturas, incluindo o pêndulo de Foucault, que demonstra o fenômeno de rotação da Terra em torno de seu eixo.

Em seguida, descemos para visitar a cripta, onde 70 importantes personalidades francesas se encontram sepultadas, incluindo Voltaire, Rousseau, Alexandre Dumas, Victor Hugo, Marie Curie, Soufflot (arquiteto do projeto original do Panthéon), entre outros.

É possível também subir para visitar a base de colunas da cúpula do Panthéon, porém, são visitas guiadas e em horários pré-definidos. A próxima somente aconteceria às 14:00, e ainda eram 12:30.

Saguão principal do Panthéon, com várias esculturas e pinturas. 

Pêndulo de Foucault, que demonstra o fenômeno de rotação da Terra em torno de seu eixo.

Cúpula do Panthéon. Há visitas guiadas até a base de colunas da cúpula.


Deixamos o Panthéon por volta das 12:30 e seguimos pela Boulevard Saint-Michel em busca de um restaurante para almoçar. Pelo caminho, passamos em frente da praça principal da Sorbonne, uma importante universidade de Paris.

Praça da Universidade Sorbonne.


É fato que na Boulevard Saint-Michel existem vários restaurantes, contudo não gostamos de nenhum. Como a fome já estava me apertando, acabei entrando em uma Starbucks para comprar um pãozinho tipo brioche a $2,95 euros. O marido ainda não estava tão esfomeado quanto eu!

Quando vimos, já tínhamos chegado às margens do Rio Sena, perto da Île de la Cité, onde fica a Catedral Notre-Dame. Acabamos decidindo seguir até a Île de Saint-Louis para tentar almoçar no Sorza, ótimo restaurante onde comemos dias antes (veja a postagem sobre o nosso primeiro dia em Paris).

Seguimos pelas margens do Rio Sena e atravessamos a Pont de l'Archevêché, outra ponte que já está tomada pelos tais "cadeados do amor", algo que sou super contra, mas é uma opinião que prefiro guardar só para mim!

Catedral Notre-Dame situada na Île de la Cité.

Atravessando a Pont de l'Archevêché, tomada pelos "cadeados do amor", com a Catedral Notre-Dame ao fundo.


Chegamos ao restaurante Sorza por volta de 13:30 e conseguimos uma mesa para sentar.

Dica: Os restaurantes franceses disponibilizam água tratada gratuita aos clientes, basta pedir em francês "carafe d'eau", ou, como preferimos, "tap water", em inglês.

Hoje resolvemos pedir o menu composto por entrada e prato principal. De entrada, pedimos suflê de parmesão (soufflé au parmesan) e salada de rúcula (salade de roquette). De prato principal, pedi um peito de frango com macarrão (filet de poulet au citron & fettuccine) e o marido pediu um risoto de parmesão (risotto au parmesan). Para acompanhar pedimos duas taças de vinho.

Mais um ótimo almoço no restaurante Sorza, na Île Saint-Louis.


A comida estava simplesmente divina! Tal como na primeira vez que almoçamos aqui. Sem dúvida, o melhor restaurante onde comemos nesta viagem!

A conta totalizou em $52,00 euros, conforme detalhamento a seguir:

- Menu (entrada e principal): 2 x 19,00 = 38,00
- Taça de vinho: 2 x 7,00 = 14,00
TOTAL: 52,00

Como o serviço não estava incluído na conta, deixamos o valor de $6,00 euros (gorjeta de aproximadamente 12%), totalizando em $58,00 euros. Pela qualidade do que comemos, achei um preço muito justo. Por isso, mais uma vez, recomendo o restaurante Sorza!

Depois do almoço, pegamos o metrô na estação Pont Marie, linha 7, sentido La Courneuve-8-Mai-1945, rumo à estação Pyramides, a mais próxima do Jardin des Tuileries sem fazer baldeação, totalizando em 4 paradas, aproximadamente 6 minutos de viagem.

Dica: A RATP (empresa de transportes públicos de Paris) disponibiliza um aplicativo para smartphone com a opção de planejar trajetos de metrô (necessita de internet), bastando informar a origem e o destino que o resultado mostra qual linha pegar, tempo de viagem, quantas estações terão pelo caminho e se é necessário fazer baldeação. Além disso, o aplicativo também disponibiliza o mapa do metrô de Paris, localizando a estação mais próxima de você, caso o GPS esteja ligado (não necessita internet).

Saímos na Rue des Pyramides e caminhamos até o Jardin des Tuileries. O tempo já estava nublado de novo e com ameaça de chuva. Situação pouco ideal para visitar um jardim a céu aberto...

O Jardin des Tuileries foi criado por Catarina de Médici em 1564 para ser os jardins do Palais des Tuileries, o qual seria sua nova residência após a morte do seu marido, o Rei Henrique II. O Jardim de Tuileries estende-se por quase 1km entre a Place du Carrousel e a Place de la Concorde. Na verdade, os jardins da Place du Carrousel ocupam atualmente a área onde existia o Palácio de Tuileries, destruído após um incêndio em 1871.

Chegando ao Jardim de Tuileries.

Em uma extremidade do Jardim de Tuileries está o Arc de Triomphe du Carrousel.

Ao fundo, é possível ver a parte superior do Museu d'Orsay.

Passeando pelo Jardim de Tuileries.

Em outra extremidade do Jardim de Tuileries está a Place de la Concorde. Mais ao fundo, podemos ver o Arco do Triunfo.


Caminhamos pela parte central do Jardim de Tuileries até chegarmos ao Musée de l'Orangerie, que fica em uma das extremidades do jardim, perto da Place de la Concorde.

O museu está instalado em um edifício construído em 1852 para abrigar as laranjeiras do Jardim de Luxembourg, por isso o nome em francês Orangerie.

Escultura "O Beijo" de Auguste Rodin em frente ao Museu Orangerie.

Fachada do Museu Orangerie, dentro do Jardim de Tuileries.


Entramos no Musée de l'Orangerie por volta das 15:30 utilizando o Paris Museum Pass.

Informação Importante: O Musée de l'Orangerie abre diariamente (fechando apenas às terças-feiras) de 9:00 às 18:00. Além disso, a entrada é gratuita no primeiro domingo de cada mês. É possível, ainda, comprar apenas um ingresso para visitar o Musée de l'Orangerie e o Musée d'Orsay, saindo mais barato do que comprar os dois ingressos separados. Mais informações no site oficial do Musée de l'Orangerie.

A principal atração do Museu Orangerie é, sem dúvida, o conjunto de pinturas denominado "Les Nymphéas" (em português, Os Lírios de Água), do artista francês Claude Monet, tendo como inspiração os jardins de sua casa em Giverny (veja a postagem sobre a nossa visita a Giverny).

"Les Nymphéas", do artista francês Claude Monet, em exposição no Museu Orangerie.


O Museu Orangerie é pequeno, então nossa visita durou apenas uma hora. Saímos do Jardim de Tuileries e seguimos para a Place de la Concorde.

A Place de la Concorde foi construída entres os anos 1757 e 1779, dedicada ao Rei Luís XV, cuja estátua equestre se erguia no centro da praça. Contudo, a estátua foi destruída durante a Revolução Francesa. Atualmente, no centro da praça está um obelisco egípcio de 23 metros de altura procedente do templo de Luxor e doado à França em 1831.

Além disso, oito estátuas estão distribuídas nas esquinas da praça representando as principais cidades francesas: Brest, Rouen, Lyon, Marseille, Bordeaux, Nantes, Lille e Strasbourg.

Nas extremidades da Place de la Concorde estão duas fontes, inspiradas nas existentes na Piazza Navona em Roma.

Uma das estátuas da Place de la Concorde, com a Torre Eiffel ao fundo.

No centro da Place de la Concorde está um obelisco egípcio de 23 metros de altura.

Avenida Champs-Élysées, com o Arco do Triunfo ao fundo, vista da Place de la Concorde.

Uma das fontes da Place de la Concorde.

Detalhes de uma das fontes da Place de la Concorde, com o prédio da Assembleia Nacional ao fundo.


Depois, caminhamos pela Rue Royale rumo a Place de la Madeleine. Pelo caminho, paramos na Ladurée, uma loja de doces fundada em 1862. Entramos rapidamente para comprar uma caixinha dos mais famosos e antigos macarons de Paris. A caixa contendo 6 macarons custou $17,10 euros. Eita macaron inflacionado!

Fachada da loja Ladurée da Rue Royale.

Compramos uma caixinha contendo 6 macarons de diferentes sabores da Ladurée.


Ao final da Rue Royale está a Place de la Madeleine, onde, em seu centro, ergue-se a belíssima (e diferente) Église de la Madeleine. A construção foi iniciada em 1806 por ordem de Napoleão Bonaparte, sendo transformada em igreja em 1814, dedicada à Santa Maria Madalena. A arquitetura segue os moldes de um templo grego, rodeada por 52 colunas de 20 metros de altura cada.

Às 16:45 entramos na igreja e um coral estava cantando. Nos sentamos um pouco para apreciar a bela música e também para descansar as pernas.

Belíssima Église (Igreja) de la Madeleine com sua arquitetura grega.

Sobre o altar a escultura de Santa Maria Madalena erguida por anjos. Durante a nossa visita, um coral se apresentava.


Sobre as escadarias da Église de la Madeleine, tem-se uma bela perspectiva da Rue Royale que segue até a Place de la Concorde, onde podemos ver o obelisco e, mais ao fundo, o prédio da Assembleia Nacional (Palais Bourbon) e a cúpula do Les Invalides.

A Rue Royale, apesar de curta (uns 350 metros apenas), abriga alguns dos mais luxuosos e tradicionais estabelecimentos de Paris, como o restaurante Maxim's (de 1893), a loja de cristais Lalique (de 1888), a loja de pratarias Christofle (de 1897), a loja de doces Ladurée (de 1862, a qual visitamos), entre muitas outras (Gucci, Chanel, Dior, Ralph Lauren, ...).

Rue Royale, com a Place de la Concorde, o prédio da Assembleia Nacional e a cúpula do Les Invalides, ao fundo.


Após descansar um pouco no interior da Église de la Madeleine, resolvemos visitar ali pertinho outra loja bastante famosa de Paris, a Fauchon, fundada em 1886.

Há duas lojas da Fauchon na Place de la Madeleine, uma dedicada a artigos para presente, e outra sendo uma espécie de cafeteria, com vários doces irresistíveis na vitrine! Resolvemos entrar nesta última para conhecer... Escolhi um éclair de caramelo levemente salgado (em francês, "éclair caramel beurre salé", ou em inglês, "salted butter caramel eclair"). Para ser sincera, minha escolha foi altamente tendenciosa, pois vi um episódio do programa "Lugar Incomum" em Paris, onde a Didi Wagner se delicia com este mesmo éclair. Desde então, sonho com este doce! E só posso dizer que é divino! No formato, o éclair se parece com a nossa bomba, porém, nunca comi uma bomba que chegasse aos pés desse éclair da Fauchon!

Para acompanhar o éclair ($6,00), comprei também um cappuccino ($4,60), totalizando em $10,60 euros. Desta vez, o marido ficou só olhando!

Fazendo um lanche na tradicional loja de doces Fauchon.

O éclair de caramelo da Fauchon é simplesmente divino!


Depois de fazer um lanchinho na Fauchon, desistimos de continuar com o roteiro, que incluía ainda a Place Vendôme com suas lojas de grifes famosas ao seu redor. Tínhamos visto no dia anterior que o monumento da praça estava em reforma. Além do mais, estávamos muito cansados para ficar somente olhando vitrine de lojas chiques.

Em frente a Fauchon está a entrada para a estação de metrô Madeleine. Então foi ali mesmo que entramos para pegar o metrô de volta ao hotel.

Como queríamos descer na estação Raspail, a mais próxima do nosso hotel, acabamos pegando a linha 14, sentido Olympiades, descendo na estação Châtelet para fazer uma baldeação.

A estação Châtelet é simplesmente enorme, ficamos até assustados com a quantidade de pessoas circulando por aqui. Havia muitos policiais parando pessoas para revistar... Inclusive, enquanto eu estava passando por uma catraca, para poder embarcar novamente em outra linha do metrô (neste momento temos que inserir o bilhete do metrô na catraca), um espertalhão grudou em mim e passou junto comigo. Maior golpe! Fiquei indignada! Mas isso nenhum policial viu... Sério mesmo, não me senti confortável e segura nesta estação.

Enfim... pegamos a linha 4, sentido Mairie de Montrouge, rumo à estação Raspail. Depois de 11 paradas e uma baldeação, algo em torno de 20 minutos de viagem, finalmente desembarcamos na Raspail, que fica a apenas 120 metros do Hotel de la Paix, onde estávamos hospedados no bairro Montparnasse.

Chegamos ao hotel um pouco depois das 18:00. Descansamos um pouco e às 19:30 voltamos a sair para jantar. Com a ajuda do aplicativo do TripAdvisor, decidimos jantar em um restaurante italiano, chamado Il Forno di Napoli, bem próximo ao hotel, na Boulevard du Montparnasse. Sabe quando dá aquela vontade de comer uma pizza?!

Desta vez, pedimos apenas uma pizza para dividir, pois desconfiamos que a pizza, mesmo indicada como individual no cardápio, deveria ser enorme! Dito e feito! O bom é que eles já dividiram a pizza ao meio e colocaram cada pedaço em um prato separado.

Minha metade de pizza do restaurante Il Forno di Napoli, na Boulevard du Montparnasse.


Escolhemos o sabor denominado "Diavola", feita com molho picante, queijo mussarela, tomates e manjericão. A pizza estava uma delícia! O local é pequeno e agradável, uma típica cantina italiana. E fomos atendidos em inglês, o que sempre nos salva!

A conta totalizou em $17,00 euros, conforme detalhamento abaixo:

- Pizza: 13,00
- Refrigerante: 4,00
TOTAL: 17,00

Como o serviço não estava incluído na conta, deixamos o valor de $3,00 euros (gorjeta de aproximadamente 18%), totalizando em $20,00 euros. Essa janta saiu super econômica!

A seguir, o mapa dos lugares visitados e do trajeto percorrido no nosso quarto dia em Paris, totalizando em mais de 8km... desta vez nos superamos!




GASTOS DIÁRIOS (em Euros, para o casal):

ESTIMATIVA DE GASTOS GASTOS EFETIVOS ECONOMIA
Alimentação: 100,00 Alimentação: 121,55 -21,55
100,00 121,55 -21,55
Saldo Anterior: 721,43 / Saldo Atual: 599,88 / Economia Geral: 114,44

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...