19 outubro 2017

[Viagens Curtas] Rio de Janeiro 2017

No ano de 2017, tive a oportunidade de ir duas vezes ao Rio de Janeiro. Contudo, em ambas as vezes, passei apenas 3 dias em cada viagem. Da primeira vez, fui passar o feriadão de 1° de maio (29/04/17 a 01/05/17). Da segunda vez, fui para o Rock in Rio no segundo fim de semana do festival (23/09/17 a 25/09/17).

Nessas duas viagens, apesar do pouco tempo, aproveitei para conhecer lugares diferentes e repetir algumas experiências que me agradaram na primeira viagem que fiz ao Rio de Janeiro em 2015.

A seguir, compartilho um pouco da minha experiência no Rio de Janeiro em 2017.

1. PASSEIOS

1.1. Boulevard Olímpico

O Boulevard Olímpico, nome extra oficial para o projeto Porto Maravilha, veio para revitalizar a Zona Portuária do Rio de Janeiro. Aqui estão várias ótimas atrações, como o Museu do Amanhã, o Museu de Arte do Rio, o mural Etnias e o AquaRio. Sem falar, na linha de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) que facilita o deslocamento pelo local.

Abaixo, um pouquinho sobre as atrações que visitei pelo Boulevard Olímpico.

Museu do Amanhã

O Museu do Amanhã está localizado próximo à Praça Mauá na Zona Portuária do Rio de Janeiro. O museu foi inaugurado em dezembro de 2015 com o propósito de ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. Sua arquitetura impressiona por seus traços modernos e sua construção tem o objetivo de ser orgânica e sustentável. Sem dúvida, a criação do Museu do Amanhã foi um grande passo para revitalizar a zona portuária do Rio de Janeiro.

O museu funciona de terça a domingo, das 10h às 18h, com última entrada às 17h. Compramos nossos ingressos antecipadamente no site do museu, onde pudemos escolher o dia e hora da visitação. Aliás, super recomendo a compra antecipada dos ingressos, isso nos economizou um bom tempo de fila!

Visitamos o museu numa manhã de sábado e já estava lotado! Por conta disso, foi difícil aproveitar bem o local e interagir com as atrações. A exposição temporária estava com uma fila tão grande, que simplesmente desistimos de ver... Confesso que fica difícil dizer se gostei ou não do museu! Terei que fazer uma nova visita, de preferência em um dia mais tranquilo, para ter uma opinião formada!

Para chegar até o museu, nossa ideia era combinar metrô e VLT (utilizando o Bilhete Único Carioca). Contudo, quando descemos na estação de metrô Cinelândia, descobrimos que o VLT estava interditado por conta de depredações ocasionadas em uma manifestação relativa ao dia do trabalhador. O jeito foi voltar para o metrô, descer na estação Uruguaiana e seguir a pé até a Praça Mauá, algo em torno de 1km.

Museu do Amanhã visto do terraço do Museu de Arte Carioca.

Entrada do Museu do Amanhã, já com uma boa fila.

Interior do Museu do Amanhã.

Algumas exposições do Museu do Amanhã.

Bela arquitetura do Museu do Amanhã.


Mural Etnias

Caminhando pelo Boulevard Olímpico entre o Museu do Amanhã e o AquaRio, encontramos o Mural Etnias, do maravilhoso e renomado artista Eduardo Kobra. O imenso mural representa o rosto de cinco pessoas nativas, uma de cada continente, em alusão aos cinco anéis olímpicos.

O mural possui 180 metros de largura por 17 metros de altura, pintado na fachada de um antigo prédio no local, entrando para o Guiness Book (Livro dos Recordes) como maior painel de street art do mundo.

Mural Etnias, do artista Eduardo Kobra.

VLT passando pelo Boulevard Olímpico.

Outros murais podem ser vistos pelo Boulevard Olímpico.

Mais um mural para colorir o Boulevard Olímpico.


- AquaRio

O AquaRio (Aquário Marinho do Rio de Janeiro), localizado na Praça Muhammad Ali, foi inaugurado em outubro de 2016 e também faz parte do projeto Porto Maravilha, de revitalização da Zona Portuária do Rio de Janeiro. Suas instalações possuem cinco andares com 28 tanques armazenando cerca de 4,5 milhões de litros de água salgada, além de 8 mil animais de 350 espécies diferentes.

O aquário abre diariamente, das 10h às 18h, com última entrada às 17h. Compramos nossos ingressos antecipadamente no site do aquário, onde pudemos escolher o dia e hora da visitação. Recomendo a compra antecipada dos ingressos para evitar a fila da bilheteria.

Visitamos o AquaRio numa tarde de sábado e estava lotado! Incrível a quantidade de pessoas no local. Existe um circuito a ser seguido durante a visitação. Entretanto, era tanta gente, que ficou impossível desfrutar do local, era difícil chegar perto dos tanques para olhar os peixinhos e outras espécies marinhas. Achei que menos ingressos deveriam ser vendidos para que os visitantes pudessem, de fato, desfrutar da atração. Fiquei bem chateada com isso... Ainda mais porque o preço do ingresso é bem alto... Pagamos R$ 80,00 por pessoa.

Chegando ao AquaRio.

Um pouquinho do que vimos no AquaRio.

Passando pelo túnel subaquático do AquaRio.

O AquaRio é o maior Aquário Marinho do Brasil e da América do Sul.


1.2. Pedra do Arpoador

Uma atração clássica no Rio de Janeiro é ver o pôr do sol na Pedra do Arpoador, que fica na divisa das praias de Copacabana e Ipanema. Sempre há uma multidão para presenciar esse momento, e realmente é um espetáculo que vale à pena!

Pedra do Arpoador vista da Praia de Ipanema.

Bastante gente na Pedra do Arpoador aguardando o pôr do sol.

Lindo pôr do sol visto da Pedra do Arpoador.


1.3. Forte de Copacabana

Para entrar no Forte de Copacabana, que é administrado pelo Exército Brasileiro, paga-se um valor de R$ 6,00 por pessoa. Todavia, como chegamos no fim da tarde, hora de fechamento do Museu Histórico do Exército, não tivemos que pagar ingresso.

O local conta com basicamente dois restaurantes: o Café do Forte, que pertence à famosa e tradicional Confeitaria Colombo, e o Café 18 do Forte. Escolhemos jantar no Café do Forte e, obviamente, tivemos que aguardar na fila para conseguir uma mesa na área externa, que tem a melhor vista. E que vista?! É possível ver a orla das praias de Copacabana e Leme, com o Pão de Açúcar ao fundo. Sensacional!

O horário de funcionamento do museu é de terça a domingo e feriados, das 10h às 18h, e das cafeterias e lojas, das 10h às 20h.

Desta vez fui só para jantar e apreciar a vista para a orla, então não há muitos detalhes e fotos do Forte de Copacabana. Por isso, recomendo a visita à postagem sobre a minha viagem ao Rio de Janeiro em 2015.

Vista para a Praia de Copacabana.

Copacabana e Leme, com o Pão de Açúcar à direita ao fundo.

Praia de Copacabana toda iluminada à noite.


1.4. Parque Lage

O Parque Lage fica localizado aos pés do Morro do Corcovado, próximo ao Jardim Botânico. Aqui funcionou um antigo engenho de açúcar e, em 1957, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

A edificação principal do Parque Lage é um belíssimo casarão, datado do século XIX, onde funciona a Escola de Artes Visuais. Em seu pátio central, à beira da piscina, está o Bistrô Plage, famoso pelo seu brunch de domingo. Daqui é possível ver a estátua do Cristo Redentor no alto do Corcovado.

O parque possui 52 hectares de área verde (floresta nativa de Mata Atlântica), incluindo um jardim em estilo romântico europeu, lagos, ilhas artificiais, aquários e cavernas. Por conta da beleza do local, vimos muitos ensaios fotográficos (casais, grávidas, formandos, etc). Aproveitamos para desbravar as trilhas do parque e descobrir cada cantinho escondido em meio à Mata Atlântica. Recomendo muito este passeio! Além do mais, o parque abre diariamente e possui entrada gratuita.

Ao fim do passeio, entramos na lista de espera por uma mesa no Bistrô Plage para o almoço.

Pátio central do casarão do Parque Lage. Aqui funciona o Bistrô Plage.

Jardim do Parque Lage. Muitos ensaios fotográficos por aqui.

Edifício principal do Parque Lage.

Desbravando a área verde do Parque Lage.

No Parque Lage funcionava um antigo engenho de açúcar.


1.5. Jardim Botânico do Rio de Janeiro

Saindo do Parque Lage, fomos caminhando até o Jardim Botânico. Paga-se um valor de R$ 15,00 (somente em espécie) para entrar no local, e o seu horário de funcionamento é das 12h às 17h nas segundas-feiras e das 8h às 17h de terça a domingo.

O Jardim Botânico foi fundado em 1808 e possui uma das áreas verdes mais bem preservadas da cidade, apresentando uma enorme diversidade da flora brasileira e estrangeira. São 54 hectares de área, abrigando cerca de 6.500 espécies seja ao ar livre ou em estufas. O local abriga, ainda, monumentos de valor histórico, artístico e arqueológico e a mais completa biblioteca do país especializada em botânica.

Sem dúvida, uma das mais belas atrações do Jardim Botânico, inclusive sendo o seu principal cartão postal, é a Aleia Barbosa Rodrigues (aleia significa série de arbustos ou árvores dispostos lado a lado, em fileira... eu não sabia!), onde estão as imponentes palmeiras-imperiais. A primeira muda dessa espécie no Brasil foi plantada pelo príncipe-regente Dom João, em 1809.

O dia estava lindo e ensolarado, então pudemos aproveitar bem o nosso passeio pelo belíssimo Jardim Botânico. Definitivamente, uma atração imperdível no Rio de Janeiro!

As imponentes palmeiras-imperiais, um símbolo do Jardim Botânico.

Jardim Japonês.

Chafariz das Musas.

Desbravando o Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Orquidário.


1.6. Lagoa Rodrigo de Freitas

Visitamos a Lagoa Rodrigo de Freitas numa manhã de feriado. Seu entorno, de quase 8km, estava tomado por pessoas praticando algum exercício físico, seja caminhada, corrida, bicicleta, patins, etc. Havia também muitas famílias aproveitando o belo dia de sol.

Adorei a vibe do local! Depois de caminhar um pouco, sentamos em um banco, dentre vários espalhados ao redor da lagoa, e ficamos apreciando a bela paisagem, e como é bela essa paisagem do Rio!

Lindo dia para passear pela Lagoa Rodrigo de Freitas.

Ao fundo, o Morro Dois Irmãos, o Morro da Gávea e a Pedra Bonita.

Ninguém resiste à essa bela paisagem.


1.7. Bondinho do Pão de Açúcar

Resolvemos finalizar nossa visita ao Rio de Janeiro, em abril/maio/2017, com o tradicional e turístico passeio no bondinho do Pão de Açúcar. Fomos na tarde de um feriado e até achei que estava tranquilo. Passamos pouco tempo na fila para comprar os ingressos e logo conseguimos embarcar no bondinho.

Informação Importante: O ingresso é utilizado em todos os embarques nos bondinhos. Então não o perca!

O bondinho original foi inaugurado em 1912 e, em 1972, um novo sistema foi instalado, sendo mais moderno e seguro.

A primeira parada, onde obrigatoriamente temos que descer do bondinho, é no topo do morro da Urca. Demos uma voltinha para apreciar a vista daqui e depois embarcamos novamente em outro bondinho para seguir ao topo do morro do Pão de Açúcar. Só posso dizer que a vista, em ambos os morros, é incrível! Nunca me canso de tanta beleza!

Uma das visões que temos no topo do Morro da Urca, primeira parada do bondinho.

Versão anterior do bondinho. Imagina subir nesse aí?!

À esquerda, Flamengo e Aeroporto Santos Dumont. Bem ao fundo, a Ponte Rio-Niterói.

Pão de Açúcar e seu famoso bondinho.

Que linda vista! Aqui podemos ver principalmente a Praia Vermelha e o bairro de Copacabana.

Topo do Morro da Urca, Baía da Guanabara e o Cristo sobre o Morro do Corcovado, bem ao fundo.


1.8. Praias da Zona Oeste

Quando fui ao Rio de Janeiro pela segunda vez em 2017 (setembro), resolvi procurar uma agência para fazer um passeio pelas praias da zona oeste, uma vez que fiquei hospedada no bairro Recreio dos Bandeirantes, além de estar viajando sozinha.

Durante minhas pesquisas pela internet, encontrei a Rio Secret Spots, do guia Renato, com uma proposta de passeios diferenciados. Gostei bastante da proposta e acabei agendando o passeio denominado Zona Oeste Tour, que inclui a subida na Pedra do Pontal e visita às praias do Secreto, Prainha e Grumari. Todo o contato foi feito por e-mail e WhatsApp, diretamente com o Renato, e pagamento de 50% antecipado e o restante no dia do passeio.

O passeio ficou agendado para um domingo e o Renato foi me buscar no hotel por volta das 7h da manhã. Além de mim e do guia Renato, mais duas pessoas nos acompanharam, os primos Adolpho e Gleice, do Nordeste. Formamos um grupo bem divertido e descontraído! Tive sorte de encontrar pessoas tão bacanas para me acompanhar neste passeio!

Pena que o dia estava bem nublado, mas o passeio foi ótimo e valeu cada momento!

- Pedra do Pontal

Iniciamos o passeio pela Pedra do Pontal, maior do que eu imaginava! O Renato foi nos indicando o melhor percurso para subir pela pedra e fomos descalços mesmo, mas sempre tomando cuidado por onde pisávamos (infelizmente há lixo e cacos de vidro provenientes de garrafas jogadas por aqui). Não quisemos subir até o topo, então ficamos em um local mais baixo, porém já com uma bela vista da paisagem. A Pedra do Pontal está na divisa das Praias da Macumba e do Recreio.

Ficamos aproveitando o local e o Renato sempre muito paciente em tirar várias fotos nossas, seja em nossos celulares ou na sua GoPro!

Pedra do Pontal vista do terraço do hotel Blue Tree Premium Design.

Todo o esforço da garota para subir na Pedra do Pontal. Pura encenação!

Apreciando a bela vista a partir da Pedra do Pontal.

Grupo pequeno, mas a animação era grande! Gleice, Adolpho, eu e nosso guia Renato.


- Praia do Secreto

Seguimos de carro até a Praia do Secreto. Entretanto, por conta do fenômeno da resseca, a bela piscina natural que se forma em meio às pedras (que tanto vejo em fotos) estava totalmente seca. O mar havia recuado deixando apenas uma faixa de areia onde estaria a piscina. Um pena! Ficamos pouco tempo aqui, só para umas fotos básicas e voltamos para o carro.

Cadê a piscina natural que estava aqui? A ressaca levou!

Praia do Secreto sem a sua piscina natural tão característica e bonita.


- Prainha

A parada seguinte foi na Prainha, que possui uma boa infraestrutura. Aqui pudemos utilizar o banheiro (lembre-se de levar consigo papel higiênico, pois é algo que costuma faltar em banheiros públicos) e fizemos um lanche bem gostoso em um quiosque no calçadão da praia.

Como a Prainha fica protegida por morros e pedras, além de ser coberta pela vegetação de Mata Atlântica nativa, sua beleza é única, com areias claras e águas cristalinas. Além do mais, por conta de suas ondas, a Prainha é considerada como o melhor local de surf do Rio de Janeiro.

A Prainha faz parte de uma Área de Proteção Ambiental (APA), uma área florestal de proteção permanente, sendo vedada a construção de qualquer edificação, além das estruturas já existentes que servem para a manutenção da área e serviço aos frequentadores.

Além do mais, a Prainha foi agraciada com a Bandeira Azul, uma certificação internacional de qualidade ambiental, dada a comunidades que fazem um esforço especial para gerenciar os ecossistemas aquáticos, costeiros e interiores, garantindo respeito ao meio ambiente e à natureza local. Para obter a Bandeira Azul, comunidade e poder público devem atender a critérios relacionados à qualidade da água, gestão ambiental, educação ambiental, segurança, serviços e infraestrutura para os banhistas.

Prainha, a queridinha dos surfistas!

Panorâmica da Prainha.

Prainha vista de outra perspectiva. Gratidão define meu 2017!


- Praia de Grumari

Nossa última parada foi na Praia de Grumari, onde ficamos mais tempo para aproveitar bem a praia, que estava praticamente deserta. Pena que o tempo não estava contribuindo muito... bem nublado. Mas mesmo assim, criei coragem e entrei no mar! Pense em uma água gelada!

Aqui, o Renato aproveitou para utilizar seu drone e fazer filmagens e fotos nossas lá do alto. Sensacional!

Adorei o passeio pelas praias da zona oeste do Rio de Janeiro. Como são praias mais afastadas, com acesso pouco facilitado, a quantidade de pessoas é bem menor. O fato de as praias estarem localizadas em áreas de proteção ambiental, ajuda a preservar a beleza do local. Parece que estamos visitando um outro Rio de Janeiro. Foi uma experiência ótima!

Bela Praia de Grumari, na zona oeste do Rio de Janeiro.

As fotos tiradas pelo drone são sempre incríveis!

Aproveitando este paraíso!




2. RESTAURANTES

- Restaurante Mauá

Depois que visitamos o Museu do Amanhã, aproveitamos para almoçar na região. Escolhemos o Restaurante Mauá, localizado no terraço do Museu de Arte do Rio (MAR). Para acessar o restaurante, não precisa comprar ingresso do museu.

Conseguimos uma mesa na área externa, de onde se tem uma bela vista da Praça Mauá, do Museu do Amanhã e arredores.

Pedi um Filé Mignon ao Molho de Jabuticaba, acompanhado de macaxeira gratinada. Confesso que a comida estava apenas boa. Pelo preço, esperava bem mais...

Meu almoço no Restaurante Mauá. Esperava bem mais da comida...


- Café do Forte (Confeitaria Colombo)

Durante nossa visita ao Forte de Copacabana, aproveitamos para jantar no Café do Forte, que pertence à famosa e tradicional Confeitaria Colombo.

Como queríamos uma mesa na área externa, por conta da bela vista, tivemos que esperar quase uma hora na fila para conseguir. Mas essa espera sempre vale à pena!

O cardápio é bem extenso e variado. Contudo, prepare o bolso porque os preços são bem salgados! Pedimos sanduíches e, de sobremesa, pedimos tortas. A comida estava gostosa, mas nada excepcional.

Meu jantar no Café do Forte, unidade da Confeitaria Colombo no Forte de Copacabana. Nada excepcional...


- Bistrô Plage

O Bistrô Plage, que fica no pátio central do casarão do Parque Lage, à beira da piscina, é famoso por seu brunch de domingo. Entretanto, como o nosso hotel já oferecia café da manhã na diária (um ótimo café da manhã, por sinal!), não aproveitamos o brunch e fomos apenas para o almoço.

Como o restaurante é bem concorrido, tivemos que esperar uma meia hora para conseguir uma mesa. Achei que o cardápio tinha poucas opções de pratos para almoço. Minha amiga pediu omelete e eu pedi um entrecôte, que não me agradou muito... A experiência como um todo foi boa, mas, com relação à comida, talvez seja melhor ir para o brunch mesmo, que é mais famoso!

Nosso almoço no Bistrô Plage, dentro do Parque Lage. Fraquinho... Talvez o brunch seja melhor!


- CT Boucherie

Na minha primeira viagem ao Rio de Janeiro em 2015, minha prima me indicou para o almoço o restaurante CT Boucherie, do Chef Claude Troisgros, uma casa de carnes muito bem avaliada no TripAdvisor e que fica localizado no bairro Leblon. Fui lá e tive uma experiência gastronômica maravilhosa! Tanto que resolvi repetir a dose nesta viagem. E não me arrependi!

Como o restaurante é pequeno e bastante procurado, chegamos lá no horário de sua abertura às 12h, o que foi uma ótima estratégia, visto que o local fica rapidamente lotado.

O restaurante funciona da seguinte forma: você escolhe a carne grelhada, que vem servida com banana assada, batata crisp, farofa especial Panko, e um molho de preferência. O restante dos acompanhamentos são servidos em rodízio (veja o menu do restaurante CT Boucherie).

Os garçons circulam constantemente oferecendo os acompanhamentos, que são muitos! Alguns que lembro: tomate assado e recheado, legumes salteados, arroz maluco, purê de maçã, purê de batata baroa, arroz de quinoa e ratatouille.

Só posso dizer que tive mais uma experiência maravilhosa aqui, para compensar a comida mediana que comi nos outros restaurantes durante a viagem no início de 2017! A carne é suculenta e bem temperada, todos os acompanhamentos que experimentei estavam deliciosos, sendo que, para mim, o purê de batata baroa e os legumes salteados foram os melhores. Sem falar no petit gateau de doce de leite com sorvete de tapioca que pedimos de sobremesa. Simplesmente divino!

Almoço delicioso no CT Boucherie, do chef Claude Troisgros.


- Asa Rio

Como fiquei hospedada no Recreio dos Bandeirantes na minha segunda visita ao Rio em setembro/2017, procurei bons restaurantes pelo bairro. Uma amiga me indicou o Asa Rio Restaurante e fui lá para almoçar em um sábado.

O ambiente é simples, descontraído e bastante frequentado pelos locais. O cardápio é extenso e muito variado. Pedimos um prato de carne acompanhado de batata. E, por conta da propaganda, finalizamos com um açaí, dito ser o melhor açaí da região! Perguntamos da atendente a origem do açaí e ela nos disse que vinha do Pará. Agora sim acredito que seja bom mesmo!

- Paesi

No Recreio dos Bandeirantes, o Paesi é o restaurante com melhor avaliação no TripAdvisor. Como estava hospedada no bairro, resolvi conferir o restaurante para o jantar.

O ambiente é mais arrumado e tradicional, com atendentes muito atenciosos. Pedi um prato de filé acompanhado com talharim ao molho branco. O prato vem bem servido e a comida é saborosa. Gostei da experiência!


Mais uma indicação da minha prima. Como há uma unidade deste restaurante na Barra da Tijuca, mais próxima de onde estava hospedada, fui lá almoçar numa segunda-feira.

O restaurante é uma casa de carnes argentinas com boa avaliação no TripAdvisor. Fui com um amigo e conseguimos a isenção de rolha para levarmos nossa própria garrafa de vinho.

De entrada, são servidos uns pãezinhos torrados. De prato principal, pedimos a especialidade da casa que é a fraldinha. Para acompanhar, pedimos batatas grelhadas e meia porção de salada "Juliana". De sobremesa, não resisti à panqueca recheada com doce de leite acompanhada de uma bola de sorvete! Achei a comida bem saborosa, com porções bem servidas. Além de atendimento atencioso e cordial. Gostei também da experiência!

3. HOSPEDAGEM

Quando fui ao Rio de Janeiro no início de 2017 passar o feriado de 1° de maio, escolhi o bairro de Ipanema para ficar hospedada. Na segunda vez, em setembro de 2017, por conta do Rock in Rio, escolhi o bairro Recreio dos Bandeirantes para me hospedar. Tentei um hotel na Barra da Tijuca mas não havia mais disponibilidade.

Ambas as hospedagens reservei pelo Hoteis.com.


Hotel pequeno porém bastante agradável com ótima localização em Ipanema, a poucas quadras da praia e da estação de metrô Nossa Senhora da Paz. Além disso, os atendentes da recepção foram super simpáticos e atenciosos. Inclusive, conseguimos um quarto bem antes do horário estipulado para o check-in sem custo adicional.

O café da manhã estava incluído na diária e era bem variado, com destaque para os pratos quentes feitos na hora, como tapiocas, ovos/omeletes. Tudo delicioso!

Restaurante do hotel Ipanema Inn preparado para o café da manhã.



Ótimo hotel à beira mar localizado no Recreio dos Bandeirantes. O quarto é amplo e confortável, pena que não consegui um com vista para a praia... A melhor parte do hotel é seu terraço, onde está a piscina, com uma vista maravilhosa para a Praia do Recreio e Pedra do Pontal.

O café da manhã estava incluído na diária. Havia uma boa variedade, mas nada sensacional. Teve um dia que resolvi almoçar no hotel e escolhi o buffet com preço fixo por pessoa. Confesso que a comida não me agradou tanto, e achei as sobremesas fraquíssimas, tanto na variedade quanto no sabor. Este é um ponto que definitivamente deveria ser melhorado pelo hotel, até por conta do alto valor da diária.

No geral, tive uma hospedagem tranquila e agradável. Aqui também consegui um quarto antes do horário estipulado para o check-in sem custo adicional. Todos os atendentes do hotel foram bem simpáticos e atenciosos.

Blue Tree Premium Design. Terraço com essa vista maravilhosa para a Praia do Recreio e Pedra do Pontal.


4. ROCK IN RIO 2017

Fui para o Rock in Rio 2017 para o show do Red Hot Chili Peppers no domingo dia 24/09/17, sendo este o último dia do festival. Então, vou relatar um pouquinho minha experiência, a primeira em um grande festival de música!

Esta foi a sétima edição do Rock in Rio e foi realizada pela primeira vez no imenso complexo do Parque Olímpico do Rio de Janeiro, localizado na Barra da Tijuca.

No último dia de festival (dia em que fui), foi registrado um público de 100 mil pessoas! Apesar da imensa estrutura do complexo, o local ficou lotado, por muitas vezes ficando até difícil de se locomover. Para ir ao banheiro era difícil, principalmente para as mulheres, mesmo havendo 8 estações de banheiro espalhadas pelo parque (cada estação de banheiro feminino possuía uns cinquenta boxes). Comprar bebida e comida também era difícil por conta das intermináveis filas. A dica era levar dinheiro em espécie para comprar bebida dos ambulantes que ficavam transitando pelo complexo.

Os shows foram pontuais e costumavam durar uma hora, com exceção do show principal do Red Hot que durou 1:30h (poderia ter durado mais né?!). Neste dia teve também o show do Capital Inicial, que gostei bastante. Durante os intervalos entre os shows, havia shows em outros palcos menores. Achei o palco da Coca-Cola super divertido, animado e eclético, tocando todos os estilos musicais!

Com relação ao transporte, achei que a organização deu um show à parte para dar conta de tanta gente. Fomos de Uber até a estação de BRT Jardim Oceânico (utilizei meu Bilhete Único Carioca devidamente carregado com o valor de ida e volta), cuja linha seguia diretamente até a estação Parque Olímpico. Quando desembarcamos, seguimos um bom trecho a pé até a entrada do complexo. Durante o caminho, passamos pela catraca para debitar o valor da volta do BRT, onde ganhamos uma pulseira específica para identificar que já havíamos pago. Depois passamos pela catraca de validação da pulseira do Rock in Rio, pela revista de bolsas e enfim entramos no complexo.

Chegamos antes das 18h e ficamos até umas 03:30h, um pouco depois do término do show do Red Hot, pois tentamos aproveitar também o palco da eletrônica. Na hora da saída, apesar da multidão, o fluxo para sair do complexo e pegar o BRT fluiu bem. Fomos em pé no ônibus, devido à lotação, e desembarcamos na estação Jardim Oceânico, de onde seguimos de táxi até o hotel.

Nunca havia ido para um Rock in Rio e posso dizer que foi uma experiência bem diferente para mim... e provavelmente será a única, visto que não gosto de tanta muvuca! Sem falar que, com a grande quantidade de pessoas, ficava difícil ver os shows até no telão, por causa da distância. Mas, apesar de tudo, consegui aproveitar e me divertir bastante. Foi uma experiência inenarrável!!!

Chegando ao Rock in Rio 2017, realizado no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca.

Belo fim de tarde. Perceba a quantidade de pessoas no último dia de Rock in Rio!

Show de fogos de artifício. Lindo!

Palco da Coca-Cola. Para mim, o mais divertido!

Show do Capital Inicial rolando no palco principal.

Red Hot Chili Peppers: Principal show da última noite do Rock in Rio 2017.


Abaixo, alguns vídeos que gravei durante a última noite do Rock in Rio 2017.










5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Sem dúvida, tive mais duas ótimas experiências no Rio de Janeiro em 2017. A cidade tem uma geografia que proporciona belezas naturais incríveis. O tempo todo ficava impressionada com as paisagens. Depois de viajar bastante pelo Brasil, posso dizer que o Rio de Janeiro é uma das mais belas capitais do nosso País.

Infelizmente, a realidade é que a cidade passa por muitos problemas, principalmente relacionados à segurança (assim como ocorre em outras grandes cidades brasileiras). Contudo, posso dizer que não tive nenhum problema durante as minhas viagens e na maioria das vezes me senti segura e tranquila nos locais que visitei.

Que venha logo mais uma viagem ao Rio de Janeiro, porque já estou com saudades!

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