02 dezembro 2018

[China/Japão 2018] 3º dia: Templo do Céu, Qianmen St, Templo dos Lamas e Templo de Confúcio (Pequim)

Neste terceiro dia de viagem, visitei pela parte da manhã o Templo do Céu, considerado Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1998. Sem dúvida, uma atração imperdível em Pequim!

À tarde, visitei a Qianmen Street, rua somente para pedestres, que foi inteiramente revitalizada para os Jogos Olímpicos em 2008. Visitei também o Templo dos Lamas (Templo Yonghe), que é um templo budista tibetano. E, por fim, visitei o Templo de Confúcio, dedicado ao importante filósofo chinês.

A seguir, o relato detalhado deste dia, incluindo muitas fotos, informações e uma comparação entre os gastos estimados com os gastos efetivos.

ROTEIRO ORIGINAL (Segunda-Feira 03/09/2018):

Templo do Céu (Parque Tiantan)
Qianmen Street (rua somente para pedestres)
Templo dos Lamas
Templo de Confúcio
Wangfujing Street (rua somente para pedestres)

RELATO DO DIA:

Mais uma vez, só consegui dormir das 23:00 até às 03:00 da madrugada... tudo culpa do denominado "jet lag", um descompensação horária causada após mudanças do fuso horário em longas viagens de avião e que costuma ocasionar distúrbio do sono. Tá virando uma novela e um relato comum nas minhas postagens sobre Pequim!

Entretanto, mesmo com sono e cansada, sigo em frente com o roteiro programado. E hoje o dia vai ser repleto de atrações!

Comecei o dia indo tomar café da manhã no hostel onde meu amigo estava hospedado, o Beijing Saga Youth Hostel, a 700 metros de distância do meu hotel, o Park Plaza Beijing Wangfujing. Tudo porque ele me contou que lá havia pão e ovos mexidos! Pensem na minha felicidade! E com um precinho super acessível. Meu combo de café da manhã tinha fatias de pão de forma tostadas, ovos mexidos, queijo e iogurte. Complementei com um copo de suco e tudo saiu por $43 yuans (cerca de R$23,00).

Por volta das 09:30, deixamos o hostel rumo ao Templo do Céu (Temple of Heaven), localizado no Parque Tiantan (o nome tiantan significa templo do céu).

Para chegar lá, pegamos a linha 5 do metrô (direção Songjiazhuang) na estação Dengshikou (a mais próxima do Hotel Park Plaza Beijing Wangfujing) e descemos na estação de Tiantandongmen, que fica próxima ao Portão Leste (East Gate) do parque. Recomendo adquirir o Yikatong, cartão recarregável para utilizar no transporte público de Pequim (veja a postagem sobre a minha Chegada a Pequim).

Observação: As estações de metrô de Pequim são bem sinalizadas em inglês. Então não tivemos dificuldade durante o percurso. Além do mais, o aplicativo Explore Beijing com as rotas e mapas do metrô ajuda bastante (vide item 10 da postagem Planejamento Inicial). Ah, e o chip da Easysim4u com internet também funcionando de boa assim que coloquei os pés em Pequim!

O ingresso completo (Through Ticket), que dá acesso a todas as atrações do Parque Tiantan, estava custando $34 yuans.

Um pouco de história...

O Templo do Céu teve sua construção original concluída em 1420, durante o reinado do Imperador Yongle, da dinastia Ming. Durante o século XVI, o templo foi ampliado pelo Imperador Jiajing, também da dinastia Ming. E durante o século XVIII, o templo foi renovado pelo Imperador Qianlong, da dinastia Qing.

O local foi utilizado pelos imperadores das dinastias Ming e Qing para cultuar o deus do céu e rezar para uma boa colheita. O complexo do Templo do Céu, constituído por diferentes construções, cada uma com o seu propósito, abrange uma área de 273 hectares (2,73km²).

Em 1918, o Templo do Céu foi transformado em um parque (denominado Parque Tiantan). Depois que a Nova China foi fundada em 1949, o Governo investiu na proteção e manutenção das construções históricas e culturais integrantes do complexo do templo. E, desde 1998, o Templo do Céu é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO.

O complexo do Templo do Céu é formado por várias construções, sendo algumas: o Salão de Oração pelas Boas Colheitas (The Hall of Prayer for Good Harvests), o Altar Circular (The Circular Mound), a Abóbada Imperial do Céu (The Imperial Vault of Heaven), o Palácio da Abstinência (The Abstinence Hall), o Pavilhão da Longevidade (The Longevity Pavilion), entre outras.

(Fonte: site do Tiantan Park)


Sem dúvida, o Salão de Oração pelas Boas Colheitas (The Hall of Prayer for Good Harvests) se tornou símbolo e principal cartão postal do Templo do Céu. E foi justamente o local que iniciamos nossa visitação.

A construção é circular, com 30 metros de diâmetro e 38 metros de altura, sobre três terraços circulares de mármore branco. Seu triplo telhado é de cor azul com uma ponteira dourada em sua cúpula. Simplesmente magnífico! Interessante que a construção original foi destruída por um incêndio em 1899, sendo reconstruída no ano seguinte. Pena que não pudemos entrar, pois estava interditado por conta de algum evento que iria acontecer no local.

Salão de Oração pelas Boas Colheitas (The Hall of Prayer for Good Harvests), principal símbolo do Templo do Céu.

Um dos portais de acesso para o Salão de Oração pelas Boas Colheitas, no Templo do Céu.


Depois seguimos para a Abóbada Imperial do Céu (The Imperial Vault of Heaven), que é uma construção bastante similar ao Salão de Oração pelas Boas Colheitas (The Hall of Prayer for Good Harvests), porém de um tamanho menor, com 19,5 metros de altura por 15,6 metros de diâmetro.

A Abóboda Imperial do Céu foi construída originalmente em 1530 pelo Imperador Jiajing, da dinastia Ming. Contudo, a construção no formato atual é datada de 1752, já no reinado do Imperador Qianlong, da dinastia Qing. O edifício era considerado o salão principal do Altar Circular, que fica em anexo.

Não era permitido visitar o interior da edificação, mas era possível admirar seu interior por meio de janelas que ficavam abertas. A riqueza de detalhes do teto é incrível!

Nas laterais da Abóbada Imperial do Céu havia duas outras construções (também similares às existentes nas laterais do Salão de Oração pelas Boas Colheitas): Salão Anexo Leste (East Annex Hall) e Salão Anexo Oeste (West Annex Hall), ambas construídas em 1530 pelo Imperador Jiajing, da dinastia Ming.

Portal de acesso para a Abóbada Imperial do Céu (The Imperial Vault of Heaven), no complexo do Templo do Céu.

Abóbada Imperial do Céu (The Imperial Vault of Heaven), no complexo do Templo do Céu.

Teto incrível da Abóbada Imperial do Céu (The Imperial Vault of Heaven), no complexo do Templo do Céu.

Salão Anexo Oeste (West Annex Hall), ao lado da Abóbada Imperial do Céu (The Imperial Vault of Heaven).

Detalhes do teto do Salão Anexo Oeste (West Annex Hall), no Templo do Céu. Os tradicionais dragões chineses.


Da Abóbada Imperial do Céu (The Imperial Vault of Heaven), seguimos para o Altar Circular (The Circular Mound), construído originalmente em 1530 pelo Imperador Jiajing, da dinastia Ming, e depois ampliado em 1749 pelo Imperador Qianlong, da dinastia Qing.

O altar, em forma de círculo, era o local onde acontecia a cerimônia de culto (ou adoração) do Céu no solstício de inverno (fenômeno astronômico que marca o início do inverno, ocorrendo normalmente por volta do dia 21 de junho no hemisfério sul e 22 de dezembro no hemisfério norte).

Altar Circular (The Circular Mound), localizado no complexo do Templo do Céu.

No alto do Altar Circular (The Circular Mound). Ao fundo, o telhado da Abóbada Imperial do Céu.

No alto do Altar Circular (The Circular Mound). Ao fundo, o Portão Sul de acesso ao Parque Tiantan.


Depois de visitar o Altar Circular (The Circular Mound), seguimos para o Palácio da Abstinência  (The Abstinence Hall ou The Palace of Abstinence). Construído em 1420 pelo Imperador Yongle, da dinastia Ming, o Palácio da Abstinência era o local onde o imperador exercitava a abstinência de carne, bebida, música, mulheres, além de ser o local onde ficava três dias antes de conduzir rituais de sacrifício no Templo do Céu.

Infelizmente, o Palácio da Abstinência estava fechado para visitação e não pudemos ver seu interior.

Palácio da Abstinência  (The Abstinence Hall ou The Palace of Abstinence), no complexo do Templo do Céu.


O Parque Tiantan, onde fica o complexo do Templo do Céu, é enorme, cheio de atrações, das quais visitamos apenas as principais. Ficamos um pouco mais de duas horas passeando pelo parque, que tem áreas bem arborizadas e muito agradáveis. Definitivamente, uma atração imperdível em Pequim!

Passeando pelo Parque Tiantan, onde fica o complexo do Templo do Céu.


Saímos do Parque Tiantan por volta das 12:00 pelo Portão Oeste (West Gate) rumo à Qianmen Street. Porém, antes, paramos para almoçar em uma KFC (Kentucky Fried Chicken), rede americana de fast-food cuja receita principal é o frango frito e que bomba em Pequim!

Pedimos um balde com pedaços de frango preparados de três formas diferentes, batatas fritas e dois copos de refrigerante, tudo a $60 yuans (cerca de R$33,00), ou seja, $30 yuans para cada um (meu amigo e eu).

Só para esclarecer, eu não gosto de comer em lanchonetes fast-food... Contudo, como sou super fresca para comer, preferia arriscar um fast-food a comer alguma coisa desconhecida pela rua. Algumas comidas chinesas, além do aspecto estranho, tinham um cheiro que já me deixava enjoada... Então, o jeito era comer frango frito! Mas confesso que meu estômago sempre reclama com excesso de gordura e pimenta...

Zhushikou East Street, rua de Pequim onde almoçamos em um KFC.


De buchinho cheio, continuamos nossa caminhada até a Qianmen Street, no trecho em que a rua é exclusiva para o trânsito de pedestres. Esta se tornou a segunda rua de pedestres mais visitadas em Pequim, ficando atrás apenas da Wangfujing Street.

Um pouco de história...

A Qianmen Street está localizada no eixo central da cidade de Pequim, com aproximadamente 845 metros de comprimento, delimitada ao norte pelo Zhengyangmen Gate (portão da muralha histórica da cidade de Pequim), próximo à Praça Tiananmen, e ao sul pela Tiantan Road, onde fica o Parque Tiantan. A região de Qianmen Street é um dos últimos centros comerciais que restaram da antiga Pequim.

Sua origem remonta das dinastias Ming e Qing, quando era chamada de Zhengyangmen Street. Mas foi durante a dinastia Qing que o comércio local começou a se desenvolver, com muitas lojas se instalando na região, além de feiras, teatros e casas de chá. Somente em 1965 que a rua recebeu o nome atual de Qianmen Street.

A Qianmen Street passou por uma reconstrução e revitalização que durou cerca de um ano por conta das Olimpíadas sediadas em Pequim em 2008, sendo reinaugurada antes dos jogos começarem. A rua foi reconstruída nos moldes dos anos 1920 e 1930, incluindo dois bondinhos (reproduzidos a partir dos modelos originais) que circulam pela rua fazendo a felicidade dos visitantes.

(Fonte: compilado dos sites Tour-Beijing e TravelChinaGuide)


Caminhamos por toda a Qianmen Street, e é impressionante o charme do local. Tudo muito bonito em todos os detalhes! A rua é extremamente limpa e bem cuidada. Além de estabelecimentos históricos que permanecem no local, há espaço também para marcas internacionais, sejam de roupas, joias, lanchonetes, restaurantes, etc.

Aproveitamos para conhecer também um pouco da Dashilan Street, umas das ruas transversais a Qianmen Street, e que um dia foi o centro comercial de Pequim, conservando ainda muitos estabelecimentos tradicionais.

Passeando pela revitalizada Qianmen Street, em seu trecho exclusivo para pedestres.

Bondinho construído conforme o original e que percorre ao longo da Qianmen Street.

A Qianmen Street é muito bem cuidada. Olha essa vassoura!

Os detalhes de decoração da Qianmen Street impressiona. Ao fundo, a loja China Bookstore (livraria).

Várias estátuas estão espalhadas pela Qianmen Street. Impossível resistir à uma foto com ela!

Até os bancos são objetos de decoração da Qianmen Street. Uma graça!

Passeando pela Dashilan Street, umas das ruas transversais a Qianmen Street.

Lojas históricas permanecem pela Passeando pela Dashilan Street, umas das ruas transversais a Qianmen Street.

O Arco de Qianmen, próximo à Praça Tiananmen, ao norte da Qianmen Street. Majestoso!

Edifícios com a tradicional arquitetura chinesa estão por toda a Qianmen Street.

Até a Starbucks se rende à arquitetura chinesa na Qianmen Street.

Zhengyangmen Gate, antigo portão na muralha histórica da cidade de Pequim, ao norte de Qianmen Street.


Às 14:00, pegamos a linha 2 (linha circular) do metrô (sentido anti-horário) na estação Qianmen e descemos na estação Yonghegong Lama Temple, a mais próxima dos Templos dos Lamas e de Confúcio.

Visitamos primeiro o Templo dos Lamas, pois este fecha mais cedo que o Templo de Confúcio (16:30 e 18:00 respectivamente).

O ingresso para o Templo dos Lamas estava custando $25 yuans.

Um pouco de história...

Na verdade, o nome original é Templo Yonghe (que significa Palácio da Harmonia e da Paz), mas como é um monastério de monges budistas tibetanos, chamados de lamas (lembra do Dalai Lama?), ficou popularmente conhecido como Templo dos Lamas.

A construção é datada de 1694, durante a Dinastia Qing, sendo residência imperial por muitos anos. Em 1722, metade da construção foi convertida em monastério de lamas, e, somente em 1744, todo o local foi formalmente convertido em monastério, tornando-se o centro nacional de administração Lama.

Depois do fim da Guerra Civil Chinesa em 1949, o Templo Yonghe foi declarado monumento nacional, ficando fechado por 32 anos e reabrindo ao público apenas em 1981, sendo atualmente uma das principais atrações turísticas de Pequim.

(Fonte: compilado dos sites WikipediaTravelChinaGuide)


Dentro do templo, são distribuídos gratuitamente incensos para serem queimados em um ritual, algo comum no budismo chinês. Já que ganhamos incensos, observamos os demais visitantes e repetimos o ritual!

O templo é enorme e possui vários salões e pavilhões, onde diferentes estátuas de budas são dispostas. Ficamos um pouco mais de uma hora visitando o local, mas confesso que o cheiro forte de incenso sendo queimado por toda parte já estava me fazendo mal...

Chegando ao Templo Yonghe, popularmente conhecido como Templo dos Lamas.

Zhaotai Gate, portal com três arcos, sendo que o do meio era exclusivo para a passagem de imperadores.

Visitantes participando do ritual de queima de incensos, no Templo dos Lamas (Templo Yonghe).

Uma das diversas estátuas de buda existente no Templo dos Lamas (Templo Yonghe).

Visitando o Templo dos Lamas (Templo Yonghe), em Pequim.

Detalhes do teto de umas das construções do Templo dos Lamas (Templo Yonghe). Os tradicionais dragões chineses.

Estátua de Tsongkhapa, importante professor do budismo tibetano. 

O Pavilhão das Dez Mil Felicidades (The Pavilion of Ten Thousand Happinesses), no Templo dos Lamas.


Depois de visitar o Templo dos Lamas (Templo Yonghe), seguimos para o Templo de Confúcio, que fica do outro lado da rua. O ingresso estava custando $30 yuans.

Antes de mais nada... quem foi Confúcio?

Confúcio (551 a.C. a 479 a.C.) foi um pensador e filósofo chinês que pregava a ética, a moral, a justiça e a sinceridade nas relações sociais, seja no âmbito pessoal seja no governamental. Sua filosofia deu origem à escola denominada "Confucionismo".

A construção do Templo de Confúcio, em Pequim, foi iniciada em 1302 e finalizada em 1306, durante a Dinastia Yuan. Era o local onde os imperadores ofereciam sacrifícios a Confúcio. É o segundo maior templo construído para Confúcio, ficando atrás apenas do templo em Qufu, cidade natal do filósofo chinês.

Sendo bastante sincera, gostei muito mais do Templo de Confúcio do que o Templo dos Lamas... O Templo de Confúcio é menor, com poucas construções, bem arborizado e estava com poucos visitantes, fazendo com que o local ficasse com uma atmosfera de paz e tranquilidade. Sem falar que aqui não havia ritual de queima de incensos para incomodar meu sistema respiratório.

Para deixar a visita mais interessante, teve uma apresentação de danças típicas chinesas. Lindo demais!

Visitando o Templo de Confúcio, em Pequim. A estátua do filósofo chinês em frente ao Dacheng Gate.

Apresentação de danças típicas no Templo de Confúcio, em Pequim.



Dacheng Hall, principal construção do Templo de Confúcio, em Pequim.

Detalhes do interior do Dacheng Hall, principal construção do Templo de Confúcio, em Pequim.

Lindo portal que também faz parte da visitação do Templo de Confúcio, em Pequim.

Visitando o Templo de Confúcio, em Pequim.


Passamos cerca de uma hora visitando o Templo de Confúcio e saímos do local por volta das 17:00.

A fome estava batendo e, pesquisando na internet onde poderíamos fazer um lanche nas proximidades, encontramos boas referências de uma cafeteria chamada Paris Baguette.

Pegamos um ônibus na saída do Templo de Confúcio, na rua principal Yonghegong, e descemos na parada seguinte, utilizando nosso Yikatong Card (cartão recarregável para utilizar no transporte público de Pequim).

Enfim encontramos o Paris Baguette, onde fizemos um lanche delicioso! Mas o lugar não é baratinho. Pedi um cappuccino, um sanduíche no estilo "croque monsieur" e uma torta de morango com chocolate, que totalizaram em $64 yuans (aproximadamente R$ 35,00). Achei um preço justo por conta da qualidade oferecida.

Nosso lanche no Paris Baguette, próximo aos Templos dos Lamas e de Confúcio, na rua Yonghegong, em Pequim.


Às 17:45, pegamos a linha 5 do metrô na estação Beixinqiao (sentido Songjiazhuang) e descemos na estação Dengshikou (saída C), que é a estação próxima às nossas hospedagens. No meu caso, a apenas 150 metros do Hotel Park Plaza Beijing Wangfujing.

Estava programado de irmos passear pela Wangfujing Street, famosa rua somente para pedestres, repleta de shoppings, lojas de todos os tipos (das mais simples às grifes de luxo), restaurantes, lanchonetes, etc. Mas como fomos na noite anterior, não quis repetir a dose (veja o final da postagem da minha visita à Grande Muralha da China).

É justamente nesta região da Wangfujing Street, mais especificamente em suas ruas transversais, que estão as barracas com os famosos espetinhos de insetos e de tantos outros bichinhos que você possa imaginar! Porém, hoje não estava muito disposta para fazer esta visita. Fica para outro dia... de novo!

Eu estava tão exausta, que não consegui mais sair do hotel nem para jantar. Só queria conseguir dormir bem... mas quem voltou a atacar? Ele mesmo... o jet lag...

MAPA INDICATIVO:



GASTOS DIÁRIOS (em yuans):

ESTIMATIVA DE GASTOS GASTOS EFETIVOS ECONOMIA
Templo do Céu: 30 Templo do Céu: 34 -4
Templo dos Lamas: 25 Templo dos Lamas: 25 0
Templo de Confucio: 30 Templo de Confucio: 30 0
Alimentação: 150 Alimentação: 137 13
235 226 9
Saldo Anterior: 2.277 / Saldo Atual: 2.051 / Economia Geral: 60

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